Bem-Vindos ao Nobel Felipense.

Liberdade de Expressão e Democracia com respaldo no atual Art. 220º e § 2º da Constituição da República Federativa do Brasil, promulgada em 5 de outubro de 1988.

domingo, 26 de dezembro de 2010

Em terra de cego (...)



Nenhum ditado popular explica tão bem os problemas de Felipelândia e do mundo como:"Em terra de cego quem tem um olho é rei". Ele mostra por que existe tanta gente incompetente dirigindo nossas Esferas Políticas (Executivo e Legislativo) e demais repartições Públicas. Mostra também por que é tão fácil chegar ao topo da pirâmide social sem muita visão ou competência, basta brincar de ser político à cada 4 anos e contar algumas anedotas ao povo, ou também basta ter um mínimo de conhecimento para sair pontificando soluções.

Existe um corolário desse ditado que me preocupa por suas consequências. "Em terra de cego, quem tem um olho é rei, e quem tem dois olhos é muito malvisto." Indivíduos inteligentes e capazes são encarados como uma enorme ameaça e precisam ser rapidamente eliminados pelos que estão no poder.

Por essa razão, pessoas com mérito e competência dificilmente serão lembradas em Felipelândia. Promovidos sempre serão os bajuladores e puxa-sacos. Quando aparece alguém com dois-olhos, os Aristocratas do Império tratam logo de eliminá-lo, quanto antes melhor.

Já cansei de ver gente competente que, de um momento para o outro, deixou de ser ouvida pelos Poderosos da nossa Província. Já vi muitos profissionais competentes, de repente, caíram em desgraças e terem que irem embora da sua própria terra e mostrar que fora desta Província Feudal a vida é feita para quem possui também dois-olhos, ou tinham como alternativa continuarem por cá apenas como cegos ou no máximo com um olho só. Já vi muitos jovens comentarem algo brilhante nas ruas de Felipelândia e logo a seguir serem crucificados por bajuladores, somente porque mostraram que possuíam dois-olhos em terra de cegos.

Se você é dos deste Felipenses que possuem dois-olhos, tome cuidado! Em terra de cego, você corre perigo. Nunca mostre ao seu vizinho, Professor ou colega de trabalho os olhos que tem. Diga sempre: "Lamento não poder dar nenhum bom conselho, eu sou dos que têm um olho só".

Alguns dos homens de dois-olhos que conheço em nossa Terrinha já desistiram de lutar e optaram por uma vida medíocre e rotineira cheia de mesmices as portas dos Poderes locais. Quando eles têm uma idéia brilhante, colocam a solução na mesa de seus "Donos" e deixam que a idéia seja descaradamente roubada. Eles se fingem de mortos, pois sabem que, se agirem de modo diferente, poderão tornar-se vítimas. Mas acredito sempre que há saídas melhores e mais dignas para quem possui dois-olhos.

Se nossos Representantes Políticos possuem um olho só, então vamos muda-los de "Emprego" finalmente nós somos seus patrões e que procuremos  Líderes que valorizem os talentos e os cérebros pensantes da nossa terra, que tenham critérios de avaliação claros e baseados em Meritocracia e não em Bajulocracia desvairadas. São poucos os que resistem e continuam a viver e enxergarem com os dois-olhos nesta flagelada terra, mas eles existem e precisam ser prestigiadas.

Vamos procurar um Líder que tenha dois olhos e grudamos nele. Ele é o único que irá entender o porque da nossa mediocridade administrativa, fato este patologicamente presente em todas as esferas da nossa política local. Ajude-o a formar uma grande equipe. Se ele mudar, mudamos com ele. Sejamos diferentes, procuremos os melhores Chefes e Líderes para trabalhar, não as melhores companhias. Normalmente, as grandes empresas já são dominadas por Reizinhos de um olho só.

Por isso, consideramos criar uma Grande Gestão com alguém de olhos para o futuro e que gere bem estar à nossa terra. Nós teremos sucesso garantido, nosso erro como sociedade é justamente não identificar aqueles que enxergam com dois olhos, para poder segui-los pelos caminhos que trilham. Eles deveriam ser valorizados, e não perseguidos, como o são. A Nossa Pedra das Abelhas precisa desesperadamente de gente que pense de forma clara, coerente e limpa, gente que observe com os próprios olhos aquilo que está a sua volta, vamos extinguir o Império de Felipelândia e darmos uma chance e construirmos uma nova sociedade com valores éticos.

Se você for um desses que possui dois-olhos, tenha mais coragem e lute. Juntamo-nos para combater essa mediocridade existencial presente a décadas em nossa terra. Vocês não se encontram sozinhos. Nosso povo tem dois olhos, sim, e é muito mais esperto do que se imagina. Ele está é sendo enganado há tempos, enganado por gente com um olho só.

Foi-se o tempo de uma elite pensante comandar a massa ignara. Hoje, a maioria do povo tem acesso à internet e aos diversos meios mediáticos e com mais informação do que esses "intelectuébas" tinham quando fizeram seus doutorados em improbidades. 

Se informação é poder, ela não é mais restrita a um pequeno grupo de bem formados. Nosso povo só precisa acreditar mais em si mesmo e perceber que cegos são os outros, aqueles com um olho só.

Ficamos todos com Amor e Paz em Pedra das Abelhas e a todos seus Filhos sejam eles onde estiverem.



Fonte: Este texto faz parte de uma fusão de idéias que eu fiz com Artigo Publicado na Revista Veja, edição 1796, ano 36, nº 13, 2 de abril de 2003, página 20 pelo Profº. Stephen Kanitz .


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sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Quando se é feliz por estes lados!



Sempre disse que a ignorância e a superstição são as piores doenças da humanidade. Há um ditado que diz: "A sabedoria é a mistura da inteligência com a bondade, porque a inteligência por si só é diabólica". Se de repente toda a gente ficasse já não digo sábia, mas instruída, a primeira coisa que faziam era dizer aos políticos e dirigentes um redondo "não queremos participar na vossa loucura".
 
Há outro ditado que diz: "O pior cego é aquele que não quer ver". Um dos defeitos que ao longo da vida pude corrigir em mim foi o da crítica fácil. Só quando se alcança uma certa maturidade e sabedoria ao longo da vida aprende a não criticar sem ter a necessária autoridade moral, ética e intelectual. Agora com uma certa vivência, quando vejo que alguém está enganado, tento não o criticar e muito menos dizer-lhe que está louco, delicadamente convido-o a que se informe melhor sobre o tema que está a expor.

Grandes personalidades como Copérnico, ou muitos outros cujas descobertas foram um avanço para a ciência e o desenvolvimento, foram sentenciados e queimados vivos simplesmente porque a ignorância dos seus semelhantes não lhes permitiu ver a verdade, a verdade do que levariam os avanços das suas descobertas. É sempre mais cómodo e fácil situar-se na crítica e na desqualificação sem ter ideia daquilo que se critica ou desqualifica, do que pôr-se a pesquisar e trabalhar para adquirir conhecimentos e ter maior nível de consciência dos assuntos de que se fala.

Porque é que os piores facínoras do mundo, aqueles que encontramos ilustrados na nossa história, abusaram sempre dos ignorantes e incultos? Por isso mesmo, pela ignorância. Um ignorante é sempre muito mais perigoso que o seu senhor, o seu chefe ou o seu governante.Se pegarmos num pobre ignorante, lhe dermos um pedaço de pão e circo, e lhe dissermos que a terra é plana e não esférica, e que todos aqueles que digam o contrário são seus inimigos, o que acontece? O ignorante converte-se num radical e um extremista que até dá a sua própria vida em defesa daquilo que o seu chefe egoísta lhe meteu na cabeça quando comia o pedaço de pão.

E foi sempre assim que funcionou a sociedade ao longo da história, e ninguém cometeu mais crimes desde que o homem é homem, que a ignorância e o fanatismo, seja ele científico, político ou religioso, sendo estes dois últimos os piores de todos. A sociedade é fanática pelos seus lideres políticos e religiosos, o homem renunciou sempre a sua condição de ser humano e renunciou a sua soberania e capacidade de se auto governar, para pô-la nas mãos desses espertos que os enganaram como se faz aos burros, seguindo a cenoura que nunca se irá comer, enquanto fazem o trabalho duro em benefício dos seus donos egoístas.

Com o devido respeito, que isto sirva de clarificação e não de desqualificação ou insulto a alguém. Digo isto com a mais absoluta sinceridade e sem intenção de insultar ninguém, isso que fique bem claro.

Ficamos todos com Amor e Paz em Pedra das Abelhas e a todos seus Filhos sejam eles onde estiverem.

                                                       (...)



O Mundo da Ciência.



Pesquisas neurocientíficas mostram que é possível sentir-se encantado pela mesma pessoa por décadas.

Você já se imaginou vivendo 10, 20 ou 50 anos com a mesma pessoa? Sentindo sempre o mesmo prazer em sua companhia, o mesmo conforto em seus braços? Se a perspectiva parece interessante, agradeça ao seu cérebro (e se não lhe agrada, a culpa é dele, também). De certa forma, é curioso que laços afetivos fortes, como os amorosos, sejam tão importantes para nossa espécie. Tecnicamente, viver em sociedade, ou mesmo em pares, não é obrigatório para a sobrevivência de nenhum animal – vide tantos mamíferos, aves e outros bichos que procuram um par somente para o acasalamento e imediatamente depois seguem cada um o seu caminho.

Se gostamos de formar pares a ponto de investir boa parte de nossa energia, tempo e esforços cognitivos em convencer um belo exemplar do sexo interessante de que nós somos a pessoa mais sensacional e desejável na face da Terra, é porque o sistema cerebral humano, como o de outros animais sociais, é capaz de atribuir um valor positivo incrível à companhia alheia. Isso é função do sistema de recompensa, conjunto de estruturas no centro do cérebro especializadas em detectar quando algo interessante acontece, premiar-nos com uma sensação física inconfundível de prazer e satisfação e ainda associar esse prazer com o que levou a ele – o que pode ser uma ação, uma situação, um objeto ou... alguém.

Conforme o prazer se repete na companhia dessa pessoa, o valor positivo que atribuímos a ela é reforçado (enquanto torcemos para que o mesmo aconteça no cérebro dela, associando um valor cada vez mais positivo à nossa própria companhia, claro). É o que fazemos no período de namoro, quando conversas interessantes, passeios agradáveis, boa música, boa comida e carinho oferecem prazeres que vão sendo associados à companhia do outro. Se rola sexo, então, melhor ainda: o prazer do orgasmo funciona como uma cola extraordinária para o sistema de recompensa, que atribui (corretamente!) a satisfação incrível àquela pessoa específica (mas é verdade que isso não funciona tão bem em alguns cérebros...).

Com a repetição, o sistema de recompensa vai aprendendo a ficar ativado não apenas em resposta, mas também em antecipação à presença daquela pessoa. Esse prazer antecipado é a motivação, que nos dá forças para alterar compromissos, abrir espaço na agenda e ficar acordado madrugada adentro. Essa é a paixão, estado de motivação enorme em que se faz tudo em nome de mais tempo na presença do ser amado.

Quando vira amor? Essa questão é complicada, mas existe ao menos uma definição operacional curiosa: passado o ardor da paixão, descobre-se que se ama alguém quando pensar em uma vida sem ela causa angústia sincera e profunda. O amor é esse laço que faz seu cérebro achar que sua felicidade está vinculada à presença e à felicidade do outro e que fazê-lo feliz dá novo sentido à sua vida. Nesse estado, desejar o casamento é apenas natural.

Se é para sempre? Depende de vários fatores, alguns deles fora de nosso alcance, como ser traído (e não apenas sexualmente). A boa notícia da neurociência sobre a longevidade dos relacionamentos amorosos é que eles não estão necessariamente fadados ao esgotamento: é, sim, possível se sentir apaixonado décadas a fio pela mesma pessoa. E não é mero acaso de sorte: você pode fazer sua parte. É uma questão de continuar inventando e descobrindo novos prazeres a dois. Tudo para manter o sistema de recompensa do outro interessado em você...

Fonte: http://www2.uol.com.br/vivermente/artigos
Pesquisadora Drª Suzana Herculano-Houzel é neurocientista, professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)


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quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

A coragem de viver o novo!



No dia que Felipelândia abrir a mente para as novas idéias e conhecer algo novo do que vivemos agora, jamais lembrará do paupérrima Império de hoje!

Como cita Albert Enstein acima, quem pensa sempre amplia seus horizontes.

Ficamos todos com Amor e Paz em Pedra das Abelhas e a todos seus Filhos sejam eles onde estiverem.

                                                     (...)

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

A Schadenfreuden bem ao estilo Felipelândia.



Schadenfreuden é uma palavra alemã que designa o sentimento com a desgraça alheia. Não é fácil encontrar traduções, pelo que a mesma palavra se usa em outras línguas para nomear tal sentimento. Não a usamos em português no sentido literal, mas temos a querida Inveja que é o maior dos nossos sentimentos destrutivos, algo bizarro da conduta humana.

Ter Inveja não é só desejar o que os outros possuem, o que se chama cobiça, nem é o malfadado ciúme que consiste em temer que os outros roubem o que pensamos ser nosso. A Inveja costuma definir-se pelo fato de nos sentirmos mal com o bem do próximo. Mas se fosse só isso, o invejoso seria mais do que uma desgraçada vítima de si mesmo. 

O real problema do invejoso é que quando vê alguém com mais posses ou competência profissional ou moral de vida, não se admite com seu Carma de Inferioridade, mais ou menos um complexo de inferioridade abissal bem ao estilo vira-lata da vida. Mas, o que ele faz então é tentar destruir aqueles que são aparentemente melhores que ele. Fá-lo porém de um modo enviesado e ineficaz, colocando no outro todos os seus defeitos que possa imaginar sobre si mesmo. Entretanto, ao fazê-lo, porém, ele fica cego para a realidade existencial que vive. De fato, a Inveja deriva da expressa latina INVIDIA que quer dizer mau olhar.

Destruindo o próximo, ainda que em imaginação, o invejoso pode finalmente deleitar-se com o suposto mal do invejado, ou seja, tem direito ao seu Schadenfreuden. Mas como não temos palavra análoga para este sentimento sádico, fazêmo-lo inconscientemente. Quer dizer que aquilo que os alemães fazem com consciência e eficácia, fazemos nós invejosos tupiniquins (por exemplo os Felipenses de Felipelândia) inconscientemente e sem resultado. No fundo, somos masoquistas porque ambas as coisas nos destroem por inteiro, seja sempre fiel aos seus sentimentos pois será sempre o melhor caminho, custe o que custar.

Sendo assim criamos já desde já nossas imunidades para 2012, pois as festas dos invejosos já começaram!

Ficamos todos com Amor e Paz em Pedra das Abelhas e a todos seus Filhos sejam eles onde estiverem.


                                                    (...)

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Brasil ocupa 69ª posição em ranking de percepção da corrupção mundial




A percepção da corrupção no Brasil piorou durante o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O carisma de Lula, aliado aos programas sociais do governo, ao crescimento econômico e à eleição do país para sediar a Copa do Mundo de 2014 e a Olimpíada de 2016, no Rio, serviram para mascarar os profundos problemas de corrupção no Brasil. É o que revela o Índice de Percepção da Corrupção, elaborado pela ONG Transparência Internacional, com sede em Berlim.

O Brasil manteve em 2010 o mau desempenho dos últimos anos no ranking. De acordo com o relatório divulgado nesta terça-feira, o país alcançou 3,7 pontos no indicador – mesma pontuação obtida no ano passado. Como houve piora em outros países, o Brasil acabou subindo seis posições no ranking e ocupa agora o 69º lugar. A entidade aponta que isso não significa que a situação do país melhorou e alerta: a corrupção no Brasil é um problema que não foi resolvido pelo governo Lula.

Em 2002, por exemplo, o Brasil era o 45.º colocado na lista, com uma pontuação superior à de hoje. Em oito anos, a constatação da entidade é de que o Brasil desabou na classificação. "A mudança de posição no ranking não é o importante. O que importa é que a pontuação do Brasil não melhorou", explicou Alejandro Salas, diretor da entidade para as Américas. A mudança de posição, disse, ocorreu porque outros caíram e o relatório deste ano tem dois países a menos.

A Transparência Internacional estabelece notas de zero a dez para os países. A pontuação mais próxima de zero indica que uma nação é vista como muito corrupta, enquanto as que se aproximam de dez são classificadas como menos corruptas. Para distribuir as notas, a ONG realiza pesquisas com especialistas e executivos dos 178 países avaliados. Os entrevistados avaliam como percebem a presença da corrupção nas instituições públicas dos países onde vivem.

Após estabelecer as notas, a ONG elabora o ranking comparativo. Ocupam as primeiras posições as nações em que a corrupção se faz menos presente. As mudanças mais significativas na listagem foram identificadas em Cuba, país em que a corrupção ganhou terreno, e no Chile e Equador, onde retrocedeu de forma notável.

O Chile voltou a ser o país latino-americano mais bem situado na classificação, ao obter 7,2 pontos dos 10 possíveis, e ascender quatro posições com relação à edição do ano passado. O país está agora na 21ª posição. Já o Equador melhorou de forma notável, passando de 0,03 ponto, para 2,5 pontos. O país subiu da 146ª posição para a 127ª. Cuba, que historicamente situava-se entre os países latinos menos corruptos, caiu de 4,4 pontos em 2009 para 3,7 em 2010, e recuou oito posições.

Os países que mais pioraram nesta classificação com relação ao ano passado são a República Tcheca, Grécia, Hungria, Itália, Madagascar, Níger e Estados Unidos. Por sua vez, os países que experimentaram melhorias mais significativas nos últimos 12 meses são Butão, Chile, Equador, Macedônia, Gâmbia, Haiti, Jamaica, Kuwait e Catar.

Como nos últimos anos, as nações mais bem situadas no Índice de Percepção da Corrupção 2010 são Dinamarca (9,3), Nova Zelândia (9,3) e Cingapura (9,3). Na outra ponta da tabela aparecem Iraque (1,5), Afeganistão (1,4), Mianmar (1,4) e Somália (1,1).


Fonte:http://veja.abril.com.br  




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domingo, 17 de outubro de 2010

Vigia-te!

            
Vigia teus pensamentos, eles provavelmente serão tuas palavras.

Vigia tuas palavras, elas provavelmente virão a ser teus atos.

Vigia teus atos pois eles selarão o teu destino.
                                                                           
                                                                  ...
                                                            



Ficamos todos com Amor e Paz em Pedra das Abelhas e a todos seus Filhos sejam eles onde estiverem.

                                                                (...)

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Marina Silva, 'fiel da balança', rouba cena na imprensa internacional.



A candidata derrotada do Partido Verde (PV) à Presidência, Marina Silva, roubou a cena dos dois principais postuladores ao cargo nas reportagens sobre as eleições brasileiras publicadas nesta terça-feira na imprensa internacional.

Com quase 20 milhões de votos (19,2% do total) obtidos, a candidata é tratada nas reportagens e editoriais por expressões como "grande vencedora" da disputa, "fiel da balança" no segundo turno, detentora da "chave das eleições" brasileiras e de um capital político que "vale ouro".

Outros artigos interpretaram a votação maciça em Marina Silva como sinal de que a sociedade brasileira se recusou a "passar um cheque em branco" para a candidata do PT, Dilma Rousseff, apesar do alto nível de popularidade de seu mentor, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Como resumiu o diário espanhol El Mundo, "tanto Dilma como (o candidato do PSDB, José) Serra eram personagens secundários" no dia seguinte às eleições, embora ambos tenham obtido, juntos, 80% dos votos.

"A única triunfadora foi Marina Silva, a ex-ministra rebelde e defensora do movimento ecologista, que protagonizou uma incrível subida na reta final da campanha", escreveu o jornal.

No artigo, denominado "Marina Silva, chave da herança de Lula", o repórter do diário espanhol diz que "o cofre que guarda a herança de Luiz Inácio da Silva permanecerá fechado por outras quatro semanas".

"Só Marina tem as chaves do cofre. Ela será o árbitro da segunda rodada."

"Injeção de vida"

Seguindo raciocínio semelhante, o também espanhol El País diz, em editorial, que "os ecologistas se converteram na formidável surpresa das eleições" brasileiras.

"O único claro é que tanto Dilma Rousseff quanto José Serra terão que negociar o programa ambientalista e a política de desenvolvimento sustentável da Amazônia defendida por Marina Silva", diz o jornal.

Na Grã-Bretanha, a votação da candidata do PV despertou entusiasmo. O The Guardian afirmou que Marina Silva se tornou "figura central" na disputa.

O austero diário financeiro Financial Times disse que a ex-ministra do Meio Ambiente foi "a única candidata que injetou vida" na disputa entre a "dama-de-ferro" (Dilma) e o "coveiro" (Serra).

"É uma reversão total do que parecia uma conclusão feita: que o país está crescendo economicamente, que os mercados estão escalando as alturas, e que a incessante campanha de Lula ao lado de Rousseff inevitavelmente lhe daria a vitória em uma bandeja."

Já o Independent publicou um editorial qualificando o desempenho de Marina Silva de "extremamente promissor".

"O futuro econômico do Brasil não pode ser comprado à custa do meio ambiente", defendeu o jornal. "Mais que nunca o mundo precisa de um Brasil verde".

"Vitalidade democrática"

Na França, o Le Monde avaliou que, embora tenha sido eliminada da disputa presidencial, Marina Silva sai como "a grande vencedora das eleições".

O jornal relata a ascensão de Marina em meio a uma campanha marcada pela falta de debate político - fator por trás do alto grau de abstenção, nulos e brancos em comparação com eleições anteriores, na visão do diário francês.

Tanto o Le Monde quanto o El País viram na realização do segundo turno um sinal da "vitalidade" da democracia brasileira, onde os eleitores se "recusaram a passar um cheque em branco" a qualquer um dos dois principais candidatos da disputa.

A versão europeia do Wall Street Journal avaliou que, apesar da vantagem clara de Dilma, a segunda rodada pode ser "uma eleição completamente nova" levando em conta a influência de Marina Silva, as eleições de governadores da oposição nos Estados e o tempo igual de televisão no horário político para as duas campanhas.

Registrando, como o resto da imprensa, o "Tsunami Verde" representado pela votação de Marina Silva, o francês Le Figaro foi o único a notar a "situação complicada" em que a candidata verde agora se encontra.

"A maioria dos dirigentes do Partido Verde apoiaria José Serra, em nome das alianças regionais costuradas entre os dois partidos. Mas um tal gesto de Marina Silva seria julgado como uma traição à esquerda."


Fonte:http://www.bbc.co.uk/portuguese/news

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segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Aberrações Eleitorais 2010!




Charles de Gaulle disse que o Brasil não é um país sério?

A frase "Le Brésil n’est pas um pays sérieux" (O Brasil não é um país sério) foi atribuída ao presidente francês Charles de Gaulle, quando surgiu uma crise política entre Brasil e França, nos anos 60. A apreensão de pesqueiros franceses que capturavam lagostas na costa brasileira, teria irritado de Gaulle e o levado a dizer que o Brasil não era um país. Segundo a versão corrente o embaixador do Brasil em Paris, Carlos Alves de Souza, teria acrescentado o adjetivo sério, para amenizar a situação. A crise foi resolvida, mas o mal-estar sempre ficou, apesar do general de Gaulle negar até a sua morte ter dito tal frase.(Fonte:www.google.com)


O mais interessante e abissal foi que a frase caiu na rotina da população. Onde os próprios brasileiros a adotaram como uma crítica a qualquer deslize inexorável das nossas celebridades políticas no quesito corrupção. Desta forma como os devaneios e improbidades dos políticos brasileiros é algo genético e diário, a frase que de Gaulle teria dito, ou não, é algo justo o que ele disse a quase 70 anos atrás, pois hoje isto é puramente evidente quando falamos na política atual.

Agora vamos mais adiante, será que somos realmente um país sério? Um país que possui milhares de candidatos as eleições 2010, onde esta servirá para cravar os rumos do futuro da nossa nação, eleição esta que surge logo após uma das maiores crises mundiais de todos os tempos, e estamos prestes a eleger políticos como "Mulheres Frutas" puras criaturas acéfalas, e palhaços como Tiririca que possivelmente será eleito pelo estado de  São Paulo, estado este que intitulam-se como o motor cultural da nação! Meu Deus que cultura é esta? Vale salientar que não existe nada aqui contra o Srº Tiririca, mas como político vamos ter paciência, pois aí já ultrapassa a palhaçada!

O que leva seres humanos ditos racionais à fazerem tão estupidez social, que prova de incapacidade de poder cívico é esta de chegar ao ponto de eleger certas anômalias e depois serem chamados de "políticos"? Claro que não podemos deixar de falar na Boneca Fantoche Presidenciável, a Senhora Candidata do atual Presidente, uma Senhora que mostrou e que mostra um despreparo descomunal quando fala diante às câmeras, que estar sempre a gaguejar por falta de argumentos, uma pessoa totalmente despreparada e desconhecedora da sua futura função, infelizmente. Mas, como diz o célebre ditado popular: "...Cada povo merece o governo que tem".

Melhor que ninguém, conhecemos aqui em Felipelândia algumas aberrações, também possuímos os nossos Ilustres Políticos, embora tenhamos alguns homens justos na política local...é melhor nem ir mais adiante, deixamos pra lá! Pois já está previsto aberrações em 2012! Esperem, pois chegará a nossa hora no Império de Felipelândia.

Até quando política será sinônimo de palhaçada, basta acompanharmos a leitura de alguns jornais internacionais e vejamos claramente a chacota que fazem de nós brasileiros, mencionam nossa incapacidade de sabermos votar, e de não termos o mínimo de discernimento politico-social e que só possuímos números, quantidade democrática, mas, qualidade democrática possuímos quase nada. Como dizem os jornais internacionais: " - No mundo a política é coisa séria, mas no Brasil é brincadeira". Seria cômico de não fosse trágico esta frase!

A pergunta é que país seremos um dia, se somos capazes de eleger alguém só porque são bonitinhos "Filhinhos de Papai" desocupados e improdutivos que nunca fizeram nada na vida e andaram à pegar algumas mulheres que só possuem dois neurônios e vivem em revistas Cor de Rosas à exibir seus glúteos? Pois é este nível de gente junto aos "Tiriricas" da vida que levarão nossa nação e o nosso RN aonde? Diz-me o quê estas aberrações sociais podem fazer pelo povo? Poupem-me, pois estas anomalias são de causar êmese em qualquer um.

Viva...! Se é assim, que assim seja, preparem-vos para miséria cultural e política plantada hoje, como diz o Grande Político do momento o Célebre Srº Drº Tiririca: "Pior que tá não fica". Acredito que ficará bem pior sim! Podemos chegar sim a situações irreversíveis, podemos visualizar com estes candidatos atuais que tudo pode sim ficar bem pior e mais desastroso ainda.

Será que todos somos a cara do Tiririca? Somos realmente todos palhaços psicologicamente, pois o mundo da psicologia afirma, se sentimo-nos atraídos pelo Tiririca, é porque somos semelhantes a ele? A psicologia social diz que sim, pois as culturas de massa existem por pura atração aos semelhantes, o feitiço da atração por aquilo que nos espelha. Um dia o Mestre Rui Barbosa disse que toda cultura de massa é burra, realmente prova maior de tudo é o que existe hoje lá no Brasil e aqui no Império de Felipelândia, a verdadeira idolatria e devoção da massa pela Aristocracia local.

Vamos lutar até nossos fins de dias contra este tipo abominável de atração de buscar as aberrações sociais, a cultura de massa, a veneração irracional sem precedentes lógicos a pessoas que não contribuem em nada para uma sociedade próspera.

Podemos lutar e querer algo justo com mais lucidez social, vamos todos ser adeptos da vergonha na cara, dos honestos, dos íntegros,dos probos, dos que possuem pundonor como lema de vida e que podem servir de exemplo à vida de todos.

Vamos todos fazer a nossa parte, uso seu voto com dignidade, não viva em currais eleitorais amarrados a favores humilhantes, como é visivelmente claro aqui em Felipelândia, sinta-se livre em saber que você pode escolher o melhor para você e seus entes queridos.

O maior Dom na vida de um homem é o senso de liberdade, de buscar seus ideais com respeito a si mesmo e ao próximo, use seu Dom! Podemos fazer a diferença se soubermos discernir o certo do errado. 

Pensar não dói, tenha certeza disso!

Ficamos todos com Amor e Paz em Pedra das Abelhas e a todos seus Filhos sejam eles onde estiverem.


                                                        (...)

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Tupiniquins Terras Brasilis


O Brasil é o único país do mundo com nome de árvore. O Pau -Brasil (Caesalpinia echinata), contudo, está praticamente extinto na natureza.

Essa talvez seja uma das mais simbólicas discrepâncias da nossa identidade nacional, mas certamente não é a única.

Para ilustrar essa identidade contraditória, confira alguns recordes positivos e negativos bem brasileiros:

-Emissão de gases x Amazônia: O Brasil está entre os cinco maiores emissores de dióxido de carbono na atmosfera, gás que contribui para o chamado efeito estufa e para o aumento da temperatura global. 75% do CO2 emitido têm origem nos desmatamentos, nas queimadas e nas mudanças do uso do solo, principalmente na Amazônia.

-Água doce x Falta de saneamento: O Brasil se orgulha de ser o país dos rios, com 12% da água doce superficial do planeta, mas metade da população brasileira não tem acesso a rede de coleta de esgoto e 40% da água captada para abastecer as capitais se perde na transmissão.

-Número de dentistas x População banguela: O Brasil tem o maior número de dentistas por habitante do mundo, enquanto uma parte expressiva da população é banguela e nunca teve acesso a tratamento dentário

-Produção agropecuária x Degradação ambiental: Ao mesmo tempo em que é recordista mundial na produção e exportação de produtos agropecuários, o País registra as mais altas taxas de uso de agrotóxicos químicos e de degradação das condições ambientais. 

-Acesso ao ensino x Desempenho escolar: Quase 100% das crianças entre 7 e 14 anos está na escola, mas metade delas não chega a concluir o ensino fundamental e o País está entre os piores colocados nas avaliações de desempenho dos alunos.

-Cordialidade x Violência:
O Brasil é internacionalmente reconhecido pela cordialidade de seu povo, mas está no topo da lista dos países mais violentos do mundo: mais de meio milhão de assassinatos entre 1997 e 2007. 

-Turismo ecológico x Aves ameaçadas: O Brasil é um dos destinos mais procurados pelos observadores de pássaros (birdwatchers), ramo crescente do turismo ecológico. Mas dados de 2006 colocam o Brasil em primeiro lugar no ranking de número de aves ameaçadas, com 119 espécies em risco de extinção.

-Boi x Gente: Há mais boi que gente no Brasil. São 205,9 milhões de cabeças, número que coloca o Brasil como segundo maior produtor mundial de gado.

-Florestas x Desmatamento: O Brasil é campeão de florestas e de desmatamento. Mais da metade da área do País (55%) está ocupada por florestas, só a Rússia está na frente. Entretanto, apesar de sua imensa biodiversidade, os produtos de origem florestal brasileira representam apenas 4% do mercado mundial.

-Honestidade x Desonestidade: O povo brasileiro intutala-se como um povo honesto e sempre preocupado com causas alheias, no entanto o Brasil encontra-se no Ranking Mundial de Honestidade como um dos países mais corruptos do mundo, onde critérios de credibilidade à classe política chega a ser rasteiro quando comparado aos demais países.

-Miscigenação x Racismo: O Brasil é considerado um país sem raças definidas, onde grandes estudiosos geneticistas louvam esta característica do povo brasileiro, um país multirracial abrangidos por diversas raças e povos, no entanto quando fala-se em raças no Brasil é claro e evidente o racismo na sociedade brasileira, no futebol, nas escolas, no nosso dia a dia, podemos ver isso nos casais onde é visto um número quase insignificante entre pessoas de raças diferentes se levarmos em consideração os grupos que compõe nossa sociedade.

Pois é, isso é o Brasil que temos. Mas, se quisermos é possível mudar.



                                                                      (...)

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

A Terra do Nunca



Cadê os R$ 925.542,94 (novecentos e vinte cinco mil, quinhentos e quarenta e dois reais e noventa e quatro centavos)?

Mais uma vez fica a eterna pergunta a todos os Felipenses!

Cadê o nosso dinheiro? Uma eterna pergunta que jamais terá resposta!

Nunca saberemos o que estão fazendo com o meu, o seu, o nosso dinheiro. Na forma legal nunca vamos saber ou muito menos ver algo que foi feito com ele, mas as improbidades administrativas e onde é realmente aplicado os recursos públicos municipais, isto é bastante visível aos olhos daqueles que querem realmente enxergar a nossa paupérrima realidade nua e crua.

Até quando isto perdurará nesta terra esquecida e longínqua da justiça dos homens?

Porquê o povo e tão omisso e acéfalo quanto ao nosso maior questionamento social? O nosso dinheiro.

Que Deus lembre-se da nossa alma, é a única coisa que resta-nos hoje  no Império de Felipelândia, pois nunca saberemos se um dia a justiça nos visitará nesta Terra do Nunca!

Viva ao luxo...Aliás, de alguns! Vale salientar.

Ficamos todos com Amor e Paz em Pedra das Abelhas e a todos seus Filhos sejam eles onde estiverem. 

                                                         
                                                                          (...)

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Uma Boa Leitura.


Deixo aqui aos Nobres Leitores a dica de uma inebriante leitura, o livro  'Eu sei que vou te amar', de Arnaldo Jabor.

Sinopse:

- 'Eu sei que vou te amar' traz a história de um casal recém-separado após seis anos de casamento, que marca um reencontro depois de três meses sem se ver. O cenário é o novo apartamento dele. A ansiedade e o estranhamento inicial manifestados em gestos contidos e frases pensadas, vão aos poucos dando lugar a um turbilhão de emoções e palavras com alto poder destrutivo, mas renovador. Em busca de uma resposta para o que sente, o homem e a mulher extravasam ressentimentos, ofensas, mágoas, enumeram dores e traições até chegarem a um estado de delírio que os coloca na beira do abismo muitas vezes existente entre a palavra dita e o desejo real. Ali, onde não são possíveis formulações racionais, onde a palavra é impotente diante do indizível.

A todos aqueles que apreciam o belo e tenham um verdadeiro gosto refinado pela vida, uma boa leitura.

Ficamos todos com Amor e Paz em Pedra das Abelhas e a todos seus Filhos sejam eles onde estiverem.
                                                                     

                                                                      (...)

Mais um ano das Grandes Quadrilhas


As leis brasileiras afirmam: 

Quando quatro ou mais pessoas se unem para praticar crime de qualquer natureza, está caracterizada a Formação de Quadrilha. 

Como denominar o nosso Congresso então? E o nosso Senado? E o Palácio do Itamaraty? E os demais Palácios ?

E assim sucessivamente...


(Fonte:http://cafehistoria.ning.com)

                                               
                                                                 
                                                                          (...)

sábado, 21 de agosto de 2010

Também nós, Rui Barbosa...



Em tempos  escassos de honestidade e probidade nos dias atuais, principalmente no meio das gestões política-administrativas, segue uma simplória dedicatória a um dos maiores oradores políticos brasileiros de todo sempre, adjetivado como sinônimo de lucidez e coerência a tudo que pregava na sua vida pública e pessoal.

O Grande Rui Barbosa, nasceu na Bahia em Salvador no dia 5 de novembro de 1849 e óbito em Petrópolis-RJ em 1 de março de 1923, foi um excelente jurista, honrado político, diplomata, escritor, filólogo, tradutor e orador brasileiro, formado pela Faculdade de Direito do Largo de São Francisco.

Também deputado, senador, ministro e candidato á Presidência da República em duas ocasiões, tendo realizado pioneiras campanhas. Participou da Campanha Abolicionista, a defesa da Federação, a própria fundação da República e da Campanha Civilista. Orador e estudioso da língua portuguesa, foi nomeado presidente da Academia Brasileira de Letras em substituição à Machado de Assis. Foi representante do Brasil na Segunda Conferência Internacional da Paz, em Haia e, já no final de sua vida, foi nomeado Juiz da Corte Internacional de Haia, um cargo de enorme prestígio.

Deixo aqui uma pequena demonstração daquilo que pensava esta Grande Relíquia da Sociedade Brasileira, nada tão justo e coerente aquilo que ele escreveu no que diz respeito aos dias atuais da política nacional.

Vejam partes do texto:

Sinto Vergonha de Mim.

" Sinto vergonha de mim
por ter feito parte de uma era
que lutou pela democracia,
pela liberdade de ser
e ter que entregar aos meus filhos,
simples e abominavelmente,
a derrota das virtudes pelos vícios,
a ausência da sensatez
no julgamento da verdade,
a negligência com a família,
célula-mater da sociedade,
a demasiada preocupação
com o "eu" feliz a qualquer custo,
buscando a tal "felicidade"
em caminhos eivados de desrespeito
para com o seu próximo.
 

                    ...

Tenho vergonha da minha impotência,
da minha falta de garra,
das minhas desilusões
e do meu cansaço.
Não tenho para onde ir
pois amo este meu chão,
vibro ao ouvir meu Hino
e jamais usei a minha Bandeira
para enxugar o meu suor
ou enrolar meu corpo
na pecaminosa manifestação de nacionalidade.

Ao lado da vergonha de mim,
tenho tanta pena de ti,
povo brasileiro !

                   ...

De tanto ver triunfar as nulidades,
de tanto ver prosperar a desonra,
de tanto ver crescer a injustiça,
de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus,
o homem chega a desanimar da virtude,
a rir-se da honra,
a ter vergonha de ser honesto ".

Também nós, Rui Barbosa...Também nós!

Ficamos todos com Amor e Paz em Pedra das Abelhas e a todos seus Filhos sejam eles onde estiverem.

                                                            (...)

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Quem Ama Cuida!



O termo Patrimônio significa algo que pertence a alguém. Patrimônio histórico e cultural são as coisas palpáveis e intangíveis que são características de uma população. Ou seja o que identifica, é o zelo e o amor as nossas raízes.

O Patrimônio Histórico Felipense, A Cidade Baixa, pode ser definida como um bem material, ou imóvel que possui significado e importância artística, cultural, religiosa, documental ou estética para a nossa sociedade das Abelhas. Este patrimônio foi construído ou produzido pela nossa sociedade passada, por nossos parentes, por isso representa uma importante fonte de pesquisa e preservação cultural do nosso povo. Há uma preocupação mundial hoje em preservar os patrimônios históricos da humanidade, através de leis de proteção e restaurações que possibilitam a manutenção das características originais.

Agora digam-me, porque o Poder Executivo Felipense junto a inércia por parte de alguns legisladores locais, desejam ver o fim das nossas raízes históricas? Se foi da Amada Cidade Baixa que deu-se início toda a nossa história, foi a semente plantada mais representativa no respaldo da verdadeira Pedra de Abelhas, é a gênese da nossa cidade atual, ficamos triste em sentir e enxergar a nossa história ser jogada no lixo da forma mais estúpida possível, é sofrível saber que pessoas que poderiam ajudar a conservar nossa história como sociedade através dos meios administrativos, fazem total descaso e contrário aquilo que deveria ser correto ao bem estar da população, onde visivelmente só estão preocupados com individual e bem estar ímpar e jamais coletivo.

Vale salientar que o sucateamente vivido pela nossa Cidade Baixa tangência o patético, possuímos casas com mais de 100 anos que estão entregues ao Deus dará, devido a falta de um Programa Social Urbanista e de Melhoria do Patrimônio Municipal , este que deveria ser implementado e executado pela classe política local que tem obrigações fervorosas de exercer a função de zelador público. Além do mais não possuem o mínimo poder visionário de saber que há sempre benefícios e inclusões de renda ao município através da exploração destas potencialidades arquitetônicas e do ecoturismo local. Fato inegável e mencionada em diversos meios de comunicações estadual e nacional.

Por favor, agora alguém tente explicar-me como agentes públicos que nasceram, cresceram ,viveram , vivem e viverão por longos anos nesta terra , conseguem ver seus conterrâneos sofrerem, observam a história da sua cidade ser sucateada a beira da sepultura, ser destruída e demolida pela soberba, como pessoas assim conseguem apaziguar o espírito? Digam-me como é possível isso?

A vergonha impéra sobre nossa cidade, a tristeza e a miséria de muitos é o pão de cada dia em nossa província, o que será preciso ainda acontecer? Que tragédia Dantesca ainda será esperada para que nossa sociedade acorde e expurgue da nossa história e vida este Exército de Hemoparasitas do Poder Público, pessoas que já fizeram da nossa cidade uma propriedade privada, e da politicagem uma Profissão, uma evidente Província Feudal em pleno século 21.
 
Honrados e verdadeiros homens públicos são vós que preocupam-se com a nossa história, que lutam através da iniciativa individual, zelando e expondo a realidade vivida pela nossa cidade através dos meios de comunicações possíveis, cidade esquecida por grande maioria da Casta Política local, salvo aqui raríssimas exceções.

Mais uma vez parabéns à todos aqueles cidadãos que lutam por uma Pedra de Abelhas cheia de altivez, pundonor e probidade para seus filhos, que desejam a prosperidade da nossa Amada Cidade, que envergonham-se com a mendigagem antes do sol sair às portas do Palácio Pedra de Abelhas, que querem o fim do Império de Felipelândia e que desejam a excreção definitiva deste sistema da nossa história, que assim possamos excluir o mal plantado por aqueles que não amam sua própria terra. 

Se lutarmos seremos livres como sociedade! Não precisamos defender A ou B para seguir o correto, basta acreditar no justo, fazermos o que é melhor à sociedade, é preciso libertarmos das amarras do passado e esquecer as ideologias das cores idiotas que colocaram na nossa mente (Verde e Vermelho), vamos ser todos daltônicos não sabemos distinguir cores pois somos doentes como eles dizem, vamos parar de defender hipócritas e demagogos nas esquinas, precisamos somente defender nossa história e lutar pelo nossos direitos de cidadãos e fazer com  que nossa Terra cresça e evolua como todas as outras que evoluem diariamente.

Ficamos todos com Amor e Paz em Pedra das Abelhas e a todos seus Filhos sejam eles onde estiverem.


                                                       (...)

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Stop Corruption!

                    



Leia o texto e reflita,  veja o que pretendes para o seu, o meu, o nosso futuro como sociedade! O que queres realmente? Uma Pedra de Abelhas para todos os seus filhos, uma terra banhada pela probidade, pundonor e competência , ou uma Felipelândia, uma Província Feudal mergulhada na improbidade, descalabro e soberba e que pertence a uma Casta de Fascínoras?

Eu amaria viver em uma terra chamada Pedra de Abelhas (...)

O texto abaixo é uma dica do Nobre Leitor Rogério Torres.

"Qual a sua idéia de corrupção? É quase certo que você fale em desvio, por um administrador desonesto, do dinheiro público. É a idéia que se firmou hoje em dia. Mas, antes disso, a corrupção era termo mais abrangente, designando a degradação dos costumes em geral.

Como a corrupção veio a se confinar no furto do bem comum? Talvez seja porque, numa sociedade capitalista, o bem e o mal, a legalidade e o crime acabam referidos à propriedade. Por analogia com a propriedade privada, o bem comum é entendido como propriedade coletiva - e até como bem condominial, aquele do qual cada um tem uma parcela, uma cota, uma ação.

Mas o bem comum é diferente, por natureza, do bem privado. No estatuto de uma sociedade comercial, é obrigatório incluir o destino a dar aos bens, caso ela se dissolva. Se constituo uma firma com um sócio, caso a fechemos repartiremos os bens que pertencem a ela. Mas isso é impossível quando se trata da coisa pública. Há certos "bens" que só ela produz e que não podem ser divididos: virtudes, direitos e uma socialização que não só respeita o outro como enriquece, humanamente, a nós mesmos.

Pensar o mau político como corrupto e, portanto, como ladrão simplifica demais as coisas. É sinal de que não se entende o que é a vida em sociedade. O corrupto não furta apenas: ao desviar dinheiro, ele mata gente. Mais que isso, ele elimina a confiança de um no outro, que talvez seja o maior bem público. A indignação hoje tão difundida com a corrupção, no Brasil, tem esse vício enorme: reduzindo tudo a roubo (do "nosso dinheiro"), a mídia ignora - e faz ignorar - o que é a confiança, o que é o elo social, o que é a vida republicana."  (Autor:Renato Janine Ribeiro filosofo)

Então onde pretende viver? Faça sua escolha!

                                                                   (...)

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

É a hora da Faxina !




Você pode fazer muito para mudar a nossa sociedade. O primeiro passo é exercer o seu direito de voto após reunir todas as informações necessárias sobre os candidatos e o processo eleitoral. 

Escolha quem quiser, conforme a sua preferência ideológica, partidária ou pessoal. Mas pense duas, três, mil vezes antes de votar em alguém acusado de atos criminosos. Por que não aproveitar a temporada eleitoral para ajudar a limpar a política do Rio Grande do Norte e também do Brasil?

A decisão final é sua.

Ajude na faxina da política.



                                       (...)

domingo, 18 de julho de 2010

O estilo Arnaldo Jabor de ser! Ame-o ou Odeie-o.



Bem ao estilo Arnaldo Jabor, e como sou um admirador incondicional das suas crônicas, textos e livros, eu não poderia deixar passar esta pérola textual que encontrei. Como sempre Arnaldo Jabor deixa a reflexão sobre sua linguagem áspera, mais puramente límpida e real da nossa realidade como sociedade brasileira que  somos.

E como as eleições 2010 estão próxima, vamos levar esse comentário do Jabor em consideração - Gostem ou não, o texto é imperdível!

Segue o Texto:


" Ser Brasileiro é...

- Brasileiro é um povo solidário. Mentira.

-Brasileiro é babaca.

Eleger para o cargo mais importante do Estado um sujeito que não tem escolaridade e preparo nem para ser gari, só porque tem uma história de vida sofrida; Chega a pagar 40% de sua renda em tributos e ainda dar esmola para pobre na rua ao invés de cobrar do governo uma solução para pobreza; Aceitar que ONG's de direitos humanos fiquem dando pitaco na forma como tratamos nossa criminalidade...Só no Brasil mesmo!

Não protestar cada vez que o governo compra colchões para presidiários que queimaram os deles de propósito, não é coisa de gente solidária.

É coisa de gente otária mesmo.

- Brasileiro é um povo alegre. Mentira.

Brasileiro é bobalhão.

Fazer piadinha com as imundices que acompanhamos todo dia é o mesmo que tomar bofetada na cara e dar risada.

Depois de um massacre que durou quatro dias em São Paulo, ouvir o José Simão fazer piadinha a respeito e achar graça, é o mesmo que contar piada no enterro do pai.

Brasileiro tem um sério problema. Quando surge um escândalo, ao invés de protestar e tomar providências como cidadão, ri feito bobo.

- Brasileiro é um povo trabalhador. Mentira.

Brasileiro é vagabundo por excelência.

O brasileiro tenta se enganar, fingindo que os políticos que ocupam cargos públicos no país, surgiram de Marte e pousaram em seus cargos, quando na verdade, são oriundos do povo. O brasileiro, ao mesmo tempo em que fica indignado ao ver um deputado receber 20 mil por mês, para trabalhar 3 dias e coçar o saco o resto da semana, também sente inveja e sabe lá no fundo que se estivesse no lugar dele faria o mesmo.

Um povo que se conforma em receber uma esmola do governo de 90 reais mensais para não fazer nada e não aproveita isso para alavancar sua vida (realidade da brutal maioria dos beneficiários do bolsa família) não pode ser adjetivado de outra coisa que não de vagabundo.

- Brasileiro é um povo honesto. Mentira.

Já foi, hoje é uma qualidade em baixa.

Se você oferecer 50 Euros a um policial europeu para ele não te autuar, muito provavelmente você irá preso. Não por medo de ser pego, mas porque ele sabe ser errado aceitar propinas. O brasileiro, ao mesmo tempo em que fica indignado com o mensalão, pensa intimamente o que faria se arrumasse uma boquinha dessas, quando na realidade isso sequer deveria passar por sua cabeça.

- 90% de quem vive na favela é gente honesta e trabalhadora. Mentira.


Já foi um dia. Hoje ser bandido é moda, é chique e frequenta as rodas da alta sociedade!

Historicamente, as favelas se iniciaram nos morros cariocas quando os negros e mulatos retornando da Guerra do Paraguai ali se instalaram. Naquela época quem morava lá era gente honesta, que não tinha alternativa e não concordava com o crime.

Hoje a realidade é diferente. Muito pai de família sonha que o filho seja aceito como 'aviãozinho' do tráfico para ganhar uma grana "legal".

Se a maioria da favela fosse honesta, já teriam existido condições de se tocar os bandidos de lá para fora, porque podem matar 2 ou 3 mas não milhares de pessoas. Além disso, cooperariam com a polícia na identificação de criminosos, inibindo-os de montar suas bases de operação nas favelas.

- O Brasil é um pais democrático. Mentira.

Num país democrático a vontade da maioria é Lei.

A maioria do povo acha que bandido bom é bandido morto, mas sucumbe a uma minoria barulhenta que se apressa em dizer que um bandido que foi morto numa troca de tiros, foi executado friamente. Num país onde todos têm direitos, mas ninguém tem obrigações, não existe democracia e sim, anarquia. Num país em que a maioria sucumbe bovinamente ante uma minoria barulhenta, não existe democracia, mas um simulacro hipócrita.

Se tirarmos o pano do politicamente correto, veremos que vivemos numa sociedade feudal: um rei que detém o poder central (presidente e suas mps), seguido de duques, condes, arquiduques e senhores feudais (ministros, senadores, deputados, prefeitos, vereadores). Todos sustentados pelo povo que paga tributos que têm como único fim, o pagamento dos privilégios do poder. E ainda somos obrigados a votar.

Democracia isso? Pense!

O famoso jeitinho brasileiro na minha opinião, é um dos maiores responsáveis pelo caos que se tornou a política brasileira. Brasileiro se acha malandro, muito esperto.

Faz um "gato" puxando a TV a cabo do vizinho e acha que está botando pra quebrar que é o cara do momento.

No outro dia o caixa da padaria erra no troco e devolve 6 reais a mais, caramba, silenciosamente ele sai de lá com a felicidade de ter ganhado na loto... Malandrões esquecem que pagam a maior taxa de juros do planeta e o retorno é zero. Zero saúde, zero emprego, zero educação, mas e daí?

Afinal somos penta campeões do mundo né? Grande coisa...maravilhoso! Nossos craques de Futebol resolvem tudo né...

O Brasil é o país do futuro. Caramba, meu avô dizia isso em 1950. Muitas vezes cheguei a imaginar em como seria a indignação e revolta dos meus avôs se ainda estivessem vivos.

Dessa vergonha eles se safaram...

Brasil, o país do futuro !?

Hoje o futuro chegou e tivemos uma das piores taxas de crescimento do mundo.

Deus é brasileiro. Puxa essa eu não vou nem comentar...para não falar besteira!

O que me deixa mais triste e inconformado é ver todos os dias nos jornais a manchete da vitória do governo mais sujo já visto em toda a história brasileira.

Para finalizar tiro minha conclusão:

O brasileiro merece! Como diz o ditado popular, é igual mulher de malandro, gosta de apanhar. Se você não é como o exemplo de brasileiro citado nesse Texto, meus sentimentos amigo continue fazendo sua parte, e que um dia pessoas de bem assumam o controle do país novamente.

Aí sim, teremos todas as chances de ser a maior potência do planeta.

Afinal aqui não tem terremoto, tsunami nem furacão. Temos petróleo, álcool, bio-diesel, e sem dúvida nenhuma o mais importante: Água doce!

Só falta boa vontade e vergonha na cara, será que é tão difícil assim?

Faça sua parte (se quiser!), se achas que não, deixe como está! "


Fonte: http://omapadobrasil.blogspot.com


                                                                (...)

Educação um Direito de Todos!



"No futebol, o Brasil ficou entre os oito melhores do mundo e todos estão tristes. Na educação é o 85º e ninguém reclama".

Senador Cristóvam Buarque


                                                             (...)

Tudo é possível! Basta acreditarmos.

sábado, 17 de julho de 2010

As escolhas de uma vida.





A certa altura do filme Crimes e Pecados, o personagem interpretado por Woody Allen diz: "Nós somos a soma das nossas decisões".

Essa frase acomodou-se na minha massa cinzenta e de lá nunca mais saiu.

Compartilho do ceticismo de Allen: a gente é o que a gente escolhe ser, o destino pouco tem a ver com isso.

Desde pequenos aprendemos que, ao fazer uma opção, estamos descartando outra, e de opção em opção vamos tecendo essa teia que se convencionou chamar "minha vida".

Não é tarefa fácil.

No momento em que se escolhe ser médico, se está abrindo mão de ser piloto de avião.

Ao optar pela vida de ator, será quase impossível conciliar com a arquitetura.

No amor, a mesma coisa: namora-se um, outro, e mais outro, num excitante vaivém de romances. Até que chega um momento em que é preciso decidir entre passar o resto da vida sem compromisso formal com alguém, apenas vivenciando amores e deixando-os ir embora quando se findam, ou casar, e através do casamento fundar uma microempresa, com direito a casa própria, orçamento doméstico e responsabilidades. As duas opções têm seus prós e contras: viver sem laços e viver com laços...

Escolha: beber até cair ou virar vegetariano e budista?

Todas as alternativas são válidas, mas há um preço a pagar por elas.

Quem dera pudéssemos ser uma pessoa diferente a cada 6 meses, ser casados de segunda a sexta e solteiros nos finais de semana, ter filhos quando se está bem-disposto e não tê-los quando se está cansado. Por isso é tão importante o auto conhecimento.

Por isso é necessário ler muito, ouvir os outros, estagiar em várias tribos, prestar atenção ao que acontece em volta e não cultivar preconceitos.

Nossas escolhas não podem ser apenas intuitivas, elas têm que refletir o que a gente é.

Lógico que se deve reavaliar decisões e trocar de caminho: Ninguém é o mesmo para sempre.

Mas que essas mudanças de rota venham para acrescentar, e não para anular a vivência do caminho anteriormente percorrido. 

A estrada é longa e o tempo é curto. Não deixe de fazer nada que queira, mas tenha responsabilidade e maturidade para arcar com as conseqüências destas ações.

Lembrem-se: suas escolhas têm 50% de chance de darem certo, mas também 50% de chance de darem errado.

A escolha é sua...


Autor: Apresentador e Jornalista Pedro Bial


                                                      (...)

Liberdade de Expressão e Democracia Virtual! Pelo menos isso...



A palavra Decência, do latim decentia, é a qualidade daquele ou daquilo que é decente. Conforme com a decência; conforme às condições do bom viver, da boa sociedade; conveniente, decoroso, honesto, justo. 

Está palavra estará sempre em conformidade com o sistema de crenças de uma determinada cultura, e, portanto, seus padrões podem variar ao redor do mundo, e de povo para povo.

Como ainda não começaram a cobrar impostos para sonhar! Então vou seguindo e trilhando meus sonhos, pois eu tenho um grande sonho de um dia viver em uma Cidade Decente, vamos por um fim em Felipelândia, e construirmos uma Pedra das Abelhas Descente. 

"I Have a Dream (Eu Tenho um Sonho)", como um dia também sonhou Martin Luther King, Jr.


Ficamos todos com Amor e Paz em Pedra das Abelhas e a todos seus Filhos sejam eles onde estiverem.
                                                                  

                                                            (...)

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Sem êra e nem bêra!



A impunidade em nosso país é algo extremamente vergonhoso, talvez porque muitos “espertos” se beneficiem da ausência do “castigo legal”, protegidos pelo poder político ou por terem volumosas contas bancárias.
As Leis Penais deveriam usarem a venda da justiça, da equidade, deveria ser instrumento não apenas para punir os mais fracos, mas para levar justiça a todos sem distinção. A questão da impunidade não tem origem tão somente no Código Penal. O Código de Processo Penal é uma válvula de escape para a impunidade criminal é ele indiretamente financia e enriquece os intercessores diplomados.

Vale lembrar que um delegado de polícia tem competência para arbitrar uma fiança, isto está lá no Código de Processo Penal, por exemplo, se o agente é flagrado subtraindo patrimônio alheio, quem vai aferir inicialmente se foi furto ou roubo é o delegado, se este entender que é furto, ele pode arbitrar fiança, não é a toa que crimes acontecem e bandidos são presos e soltos com uma rapidez enorme, mas, dependendo da classe social, se for um pobre coitado, o crime seria de roubo e ele seria jogado na cela da prisão, ou melhor em um depósito para sub-humanos, que é realmente a função dos nossos presídios.

Não é somente em relação à ação policial que o código apresenta discrepância, o instituto do "habeas corpus" é outra "brecha" processual que vem em favor do criminoso. Daí vem à famosa frase: "a polícia prende e a Justiça solta".

É inadmissível que um bandido seja solto por deficiência ou inoperância da lei, cujo diploma todos tem que obedecer.

A única solução visível para acabar com a impunidade seria modificar substancialmente o nosso Código de Processo Penal, porque ele na verdade se constitui num entrave para o combate à criminalidade, se continuar como esta, as autoridades judiciárias continuarão sendo apontadas como as grandes culpadas.

Somos um país eficiente em  prender uma Mãe que roubou uma lata de leite para alimentar um filho faminto, mas não temos a mínima capacidade de colocar atrás das grades um facínora que rouba toda uma população.

Ficamos todos com Amor e Paz em Pedra das Abelhas e a todos seus Filhos sejam eles onde estiverem.


                                                            (...)

A Eterna Impunidade Brasileira.



O maior escândalo no governo Lula. A título de lembrança as cenas de corrupção explícita reveladas: O empresário recebia rios de dinheiro do governo e distribuía a aliados desse mesmo governo; deputados saindo de bancos com malas cheias e entrando em quartos de hotel para repartir o bolo; marqueteiro confessando em rede nacional que recebeu pagamento do PT proveniente de caixa dois e o depositou em conta no exterior... Pois é essa "organização criminosa" chefiada pelo José Dirceu esta impune.

Do ponto de vista legal, seus quarenta implicados quase não foram incomodados: a denúncia apresentada contra eles pelo Ministério Público ao Supremo Tribunal Federal não foi sequer apreciada. Do ponto de vista prático, a vida dos mensaleiros também pouco mudou. Quer dizer, em alguns casos mudou, sim – mas para melhor. Marcos Valério, por exemplo, o lobista carequinha, ganhou cabelos, e seus tentáculos agora estão no campo. Hoje, vende gado à Europa, arrenda uma fazenda que abriga seus cavalos de raça e continua morando na casa que ocupa meio quarteirão em Belo Horizonte e foi reformada no capricho. José Dirceu, o "chefe do organograma delituoso", na definição do procurador Antonio Fernando, virou "consultor de empresas" e chega a embolsar 150.000 reais por mês com as "consultas" que dá. Perdeu o cargo, mas não os hábitos do poder: só circula em carro com motorista e freqüenta restaurantes caros, onde é visto sempre com um charuto cubano na mão. Para completar, acha que pode dar lição de moral. Outros, como o deputado federal José Janene – ex-líder do PP e sacador de 4,1 milhões de reais das contas de Marcos Valério –, não perderam nem mesmo as funções nas quais foram flagrados com a mão na botija do valerioduto. Aposentado pela Câmara com um salário integral de 12.800 reais, Janene foi reeleito em abril primeiro-tesoureiro do PP. Isso mesmo. O homem que, em nome de seu partido, recebeu milhões de reais não declarados à Justiça Eleitoral continua dirigindo a legenda – e no cargo de gestor de finanças.

Os mensaleiros – que a ex-deputada Angela Guadagnin "homenageou" com sua tristemente famosa dança da pizza – são apenas a face mais gritante de um mal que, no Brasil, já se tornou endêmico: a impunidade – produto resultante da soma de um trabalho policial precário com um código processual anacrônico e um sistema judiciário labiríntico. Para ilustrar o fenômeno, VEJA investigou o desfecho de dez operações deflagradas pela Polícia Federal entre outubro de 2003 e dezembro de 2004. Além do fato de terem ocorrido há um mínimo de dois anos e meio, todas as ações selecionadas envolveram a prisão de políticos, empresários ou funcionários públicos por acusação de corrupção ou desvio de dinheiro. Juntas, elas produziram 245 prisões. Decorridos três anos, em média, o que a reportagem apurou sobre o resultado dessas operações é desalentador. Em apenas três delas o inquérito resultou em julgamento, mesmo assim só em primeira instância. Nos julgamentos, 64 pessoas foram condenadas, mas apenas duas permanecem hoje na cadeia: o juiz João Carlos da Rocha Mattos e sua ex-mulher, Norma Regina Cunha, ambos pegos na Operação Anaconda.

Ressalte-se que, embora a PF tenha cometido diversas falhas em inquéritos (o que, algumas vezes, comprometeu seriamente o andamento do processo, como o que teve origem na Operação Vampiro), no que se refere às dez operações analisadas por VEJA, ela é a que menos culpa tem pela situação. O fato de parte dos detidos ter sido liberada logo em seguida à prisão não significa necessariamente ineficiência policial. Muitas dessas prisões são temporárias – duram apenas cinco dias, prorrogáveis por mais cinco – e têm por finalidade ajudar a investigação, evitando que o suspeito prejudique a coleta de provas ou intimide testemunhas, por exemplo. O pífio resultado das operações da Polícia Federal está diretamente ligado a outro problema, este da esfera judicial.

Como grande parte das ações da PF produz indiciados com direito a foro privilegiado – caso de políticos e altos servidores públicos –, os processos em que eles estão envolvidos seguem diretamente para os tribunais superiores, como o Superior Tribunal de Justiça ou o Supremo Tribunal Federal. Ocorre que os ministros desses tribunais só costumam julgar recursos – não estão habituados a comandar a instrução do processo, que inclui a audiência de testemunhas e a produção de provas. A necessidade de fazê-lo, somada à quantidade extraordinária de trabalho que se acumula nas mesas dos ministros, faz com que toda ação que chega a esses tribunais acabe mofando por anos nas gavetas. Isso explica por que, passados dezessete meses, a denúncia do mensalão não foi nem sequer apreciada. Na semana passada, o STF anunciou que isso finalmente deve ocorrer no próximo dia 22 de Julho de 2010.

Roberto Montenegro

Edemar Cid Ferreira: por meio de um batalhão de advogados, o ex-banqueiro abarrota a Justiça de requerimentos inúteis com o objetivo de retardar seu julgamento

Em relação ao trabalho da polícia, é sobretudo nos crimes violentos que ela mostra seu mais alto grau de ineficiência. Em capitais como Rio de Janeiro e São Paulo, menos de 2% dos casos de homicídio apurados resultam na condenação do assassino. Em países como Japão e Inglaterra, esse índice chega a 90%. Uma pesquisa ainda inédita, realizada pelo Núcleo de Estudos da Violência, ligado à Universidade de São Paulo, examinou 345.000 boletins de ocorrência registrados em delegacias paulistas. De acordo com os resultados, apenas 22 000 desses boletins (6%) viraram inquérito. Ou seja, resultaram em algum trabalho de investigação por parte da polícia. O restante, presume-se, teve como destino o arquivo morto das delegacias. "Isso mostra que boa parte da impunidade se produz a partir do trabalho da própria polícia", diz o sociólogo Sérgio Adorno, coordenador da pesquisa.

A lógica da impunidade, no Brasil, independe da natureza do crime em questão. Tanto nos delitos de corrupção quanto nos chamados crimes do colarinho-branco e ainda nos que implicam violência contra a pessoa, como o homicídio, ela segue o mesmo roteiro: começa com a precariedade da investigação policial e continua na fase processual – quando entram em cena advogados contratados a peso de ouro não para atestar a inocência dos clientes, mas para protelar a todo custo seu julgamento (veja quadro). É o que ocorre com a ação envolvendo Edemar Cid Ferreira, o dono do Banco Santos, que teve a falência decretada em 2005. Denunciado por lavagem de dinheiro, desvio de recursos e evasão de divisas, Edemar – ou melhor, seu batalhão de advogados – fez de tudo para tumultuar o processo. E conseguiu. Numa ação em que ele e seu filho são réus, por exemplo, a defesa chegou a enviar pelo menos 32 requerimentos à Justiça, a maioria sem a menor relevância para o processo. Como o juiz deve dar um parecer sobre cada um dos pedidos, que incluem oitiva de testemunhas e novas perícias, o vai-e-vem burocrático dessas intervenções é altamente eficiente para atrasar o julgamento da ação.

Em dezembro do ano passado, Edemar foi condenado em primeira instância, mas seus defensores conseguiram um habeas corpus junto ao STF. Esse costuma ser o grand finale da impunidade: mesmo condenados, os criminosos continuam soltos, graças à infinidade de recursos a que têm direito. No Brasil, até assassinos confessos podem recorrer de uma sentença em liberdade. O caso mais conhecido é o do jornalista Antonio Pimenta Neves, que, em agosto de 2000, matou a tiros sua ex-namorada Sandra Gomide. Mesmo depois de ser condenado e fugir, obteve um habeas corpus que lhe permite ficar em liberdade até o seu julgamento no STF. Pimenta Neves levou seis anos para ser julgado em primeira instância e não deve receber uma sentença definitiva antes de 2011. Enquanto isso, o assassino confesso e condenado continuará livre. E o Brasil seguirá sendo o país da impunidade.


Fonte:http://caranovanocongresso.blogspot.com


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