Bem-Vindos ao Nobel Felipense.

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quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

O Mito, e as pseudo-imagens!

O Artigo "O Mito da Caverna de Felipelândia" foi publicado na quarta-feira, 7 de abril de 2010. Entretanto, este mito habita até hoje a vida e o dia a dia da maioria dos Felipenses de Felipelândia.

Só para refrescar um pouco nosso consciente e inconsciente deixo-vos mais uma vez a "mensagem" abaixo:




A Verdadeira Realidade vemos o que queremos.

Vemos o que entendemos dentro do que gostamos.

O Mito da Caverna, demonstra pessoas presas a sua ignorância...Ao que querem ver.

O Mito da Caverna explica a verdadeira realidade. Uma bela contribuição metafórica do Grande Filósofo Grego Platão, encontra-se na Obra A República (Livro VII), deixa um contexto como podemos nos libertar da condição de escuridão que nos aprisiona através da luz da verdade.

Imaginem 3 pessoas que foram criadas e educadas no fundo de uma caverna, estando presas e acorrentadas.

Na entrada da caverna, temos uma fogueira onde a imagem que se forma no interior são as sombras de uma realidade distorcida. 

Lá fora, a vida passa e imaginamos que apenas uma dessas 3 pessoas se liberta e sai da caverna. Encontra a Luz! Sente-se cego por instantes. Precisa se ajustar se adequar. Sente a Brisa passar pelo corpo.Vê os animais, pastores...Sente-se a princípio deslocado, e logo Livre.

Vendo a vida se manifestando a sua frente, irradia felicidade com a natureza e com a realidade que não enxergava. Descide imediatamente voltar, e ansioso volta para dentro da caverna e retirar seus 2 companheiros que lá ficaram. Mas, é morto logo ao falar da realidade fora da caverna. Seus companheiros inconformados acabam por matá-lo, pois para eles a realidade que predomina é da sombra.

Insistem em ficar na caverna vendo sombras e alguns nem isto vêem mais. Estão inconformados com o que ouviram, só vêem o que desejam e vivem aquilo pois já estão conformados com a mediocridade!

Estão presos na própria ignorância e estupidez, e dificilmente sairão dela um dia.

Aquele que volta para avisar a verdade que viu paga um preço alto sempre (a morte, a perda de um amor, a desconfiança do seu povo, ódio dos incrédulos e perseguição dos poderosos).

Muitos vivem no cárcere do fanatismo político e irreal da vida, talvez condenados por todo o sempre. Existem milhares de pessoas que não querem abrir mão do que ouvem, vêem a realidade que desejam e nada mais.

O Mito da Caverna é uma Poderosa Metáfora para descrever a situação geral em que encontra-se  nossa Felipelândia desde muitos anos. Muitos estão condenados a ver sombras a nossa frente e tomá-las como verdadeiras dádivas oferecidas pelos Deuses.

É uma realidade que nosso povo ainda vive, O Mito da Caverna, sobrevivem de imagens irreais criadas  pela soberba e falta de benevolência de alguns, pois são estes que fazem o fogo e aprisionam as pessoas na caverna, necessitam que o povo viva como alienados em um mundo esquizofrênico e irreal criado pelo Poderosos através da fogueira.

Um dia há de enxergamos a realidade que rodeia-nos diariamente em nossa Colméia, e quem sabe saimos todos da Caverna e vivemos a realidade que merecemos.

Ficamos todos com Amor e Paz em Pedra das Abelhas e a todos seus Filhos sejam eles onde estiverem.

                                                          (...)

3 comentários:

Anônimo disse...

Sempre em grande sintonia com esses discursos que vc nos apresenta, caro Nobel. Com certeza, voltarei a esse espaço para comentar.

Até breve
Gilmar Henrique

Anônimo disse...

Caro Nobel, próxima semana postarei como comentário um excerto de um texto que redigi no ano passado a esse respeito.

Saúde é, antes de tudo, ataraxia.

Gilmar

O Nobel Felipense disse...

Boa noite, Venusto Gilmar!

Como sempre eloquente com as vossas colocações e afirmações sobre os assuntos postados, é com honra e enebriação que aceito seus comentários enriquecedores e repletos de sapiência. Saibas sempre este humilde e democrático espaço estará sempre disponível aos homens de bem e pensantes.

Fica sempre bem e abundância de saúde e prosperidade aos vossos.