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terça-feira, 12 de janeiro de 2010

O PT busca o cinema! Se a moda pega em Felipelândia?



Enganam-se aqueles que pensam que a sucessão presidencial, em 2010, será marcada pela modernidade na comunicação, seguindo o modelo de sucesso adotado pelo presidente Barack Obama, que inovou ao usar com competência as redes sociais da internet. O governo federal e o PT sabem que o grosso do seu eleitorado nunca ouviu falar em Twitter ou Facebook, e por isso apostarão suas fichas num aparelho criado pelos irmãos Lumière, no século 19, batizado de cinematógrafo.

Peço licença aos patrulheiros de plantão, mas a verdade é que o filme "Lula, o filho do Brasil", que lançado no ano da eleição, é o trunfo que o governo precisa para eleger até um poste. Trata-se de um filme-exaltação, contando o drama de um homem igual a milhões de outros brasileiros que vivem em situação de miséria no país. O problema é que o filme conta apenas a verdade que interessa ao Planalto, omitindo os desvios éticos do protagonista, já como presidente, como a compra de parlamentares no escândalo do Mensalão, o aparelhamento de organizações sociais e os acordos para consolidar sua base política.

Será que o Planalto, através do seu diligente ministro da Justiça, permitiria a exibição de um documentário, no estilo Michael Moore, contando os bastidores dos oito anos do governo petista? O público, que será brindado com cenas lacrimosas de um retirante que se tornou presidente, também tem interesse em conhecer os métodos usados pelo "Cara" para domesticar a UNE, o MST e as centrais sindicais.

O cruzamento de imagens de arquivo, onde Lula chamava de corruptos aqueles que hoje são seus aliados, é reflexão necessária sobre uma realidade que não pode ser omitida, para o filme ter começo, meio e fim.

Para quem não está convencido de que "Lula, o filho do Brasil" é um panfleto eleitoral, o próprio presidente dá a pista sobre a verdade que se esconde no escurinho do cinema. Com o filme pronto, sua meta é criar salas de exibição nas periferias do Brasil. A proposta de criação do Vale Cultura, encaminhada com pedido de urgência urgentíssima ao Congresso, é excelente. Mas por uma questão de respeito e equilíbrio do jogo democrático, é inaceitável que o acesso à cultura seja impregnado por intenções político-eleitoreiras.

A senadora Marina Silva e os governadores José Serra e Aécio Neves rendem excelentes filmes. Nas mãos habilidosas de um cineasta, qualquer história toca a sensibilidade de um povo.

"Lula, o filho do Brasil" não foi feito para emocionar. A meta é eleger sua candidata em 2010.

7 comentários:

Anônimo disse...

Imagina A familia costas fazendo um filme sobre a corrupção deles! Tem muita historia mesmo.

Anônimo disse...

Se a familia Costa fizesse um filme contando toda a tragetória deles daria uns 4 filmes ou maiis... muita História pra contar...

Anônimo disse...

vc é apenas um idiota q naum sabe uq diz e naum diz uq sabe!!!

O Nobel disse...

Amigo Anônimo, a recíproca é verdadeira a vossa pessoa. Se sabes de alguma verdade absoluta e tudo o que digo é idiotice, o espaço O NOBEL esta aberto as suas idéias, que pelo visto não são muitas e de nada parece-me contribuir, pois o ônus da prova encube a quem acusa. Obrigado pelo comentário e respeito a sua opinião ao que escrevo ao Povo Felipense.

Fica com Deus e saúde a vossa família.

Anônimo disse...

Tenho certeza de qe o senhor anonimo faz parte da panelinha da familia costa,e como a verdade dói muito ele ou ela se sentiu atingido... enchergue a realidade sr.Anonimo...

Anônimo disse...

o Srº.anônio ficou magoadinho rsrsrsr!!!

Anônimo disse...

nossa como é facil assanhar um costa.rsrsrs,ou seria so mais um estudante ubovo-fg.nao mais um filme da familia costa aqui dava certo nao,pq filme se faz com bandidos e mocimhos,e na familia so tem pilantra.