Bem-Vindos ao Nobel Felipense.

Liberdade de Expressão e Democracia com respaldo no atual Art. 220º e § 2º da Constituição da República Federativa do Brasil, promulgada em 5 de outubro de 1988.

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

O Gênio do nosso tempo.



"As atuais gerações tiveram o privilégio de conviver com um daqueles seres humanos que transformam a história com suas ideias. Sem ele, o mundo vai mudar mais devagar."


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Prêmio Nobel da Paz em 2011 fica com trio de mulheres.


O trio de mulheres Ellen Johnson Sirleaf e Leymah Gbowee, ambas liberianas, e Tawakkul Karman, do Iêmen, venceu o Prêmio Nobel da Paz de 2011, conforme anunciou nesta sexta-feira o comitê Instituto Norueguês do Nobel, que entrega o prêmio, em Oslo, na Noruega.

O prêmio foi concedido a elas por "sua luta não violenta pela segurança e pelos direitos das mulheres na participação do processo da construção da paz".

Diferentemente dos anos posteriores, o anúncio de quem havia sido escolhido foi lido apenas em inglês e, segundo o comitê informou antes do evento começar, o texto possuía 21 linhas, um total relativamente alto para o padrão visto nas justificativas passadas.

"Não podemos alcançar a democracia e paz duradoura no mundo ao menos que as mulheres obtenham as mesmas oportunidades que os homens para influenciar o desenvolvimento em todos os níveis da sociedade", disse o comitê.

JUSTIFICATIVA

O anúncio lembrou que em 2000, o Conselho de Segurança da ONU adotou uma resolução que tornava, pela primeira vez, a violência contra mulheres em conflitos armados um assunto de segurança internacional. "Isso destacava a necessidade de as mulheres se tornarem participantes em pé de igualdade com os homens nos processos de paz".

Ellen Johnson Sirleaf foi a primeira mulher a ser eleita democraticamente em uma nação africana, a Libéria. Desde que tomou posse, em 2006, ela vem contribuindo para assegurar a paz no país, segundo o anúncio, para promover o desenvolvimento social e econômico e fortalecer o status da mulher na sociedade.

Leymah Gbowee mobilizou e organizou as mulheres independentemente de diferenças étnicas e religiosas na Libéria para colocar um fim na guerra no país e assegurar a participação feminina nas eleições. Ela vem promovendo a influência da mulher no oeste africano.

Tawakkul Karman, mesmo nas situações mais difíceis antes e durante a Primavera Árabe, teve um papel de liderança na luta pelos direitos das mulheres e pela busca da democracia e da paz no Iêmen.

"O comitê espera que Sirleaf, Gbowee e Karman ajudem a colocar um fim na opressão das mulheres que ainda ocorre em muitos países e a deixar claro o grande potencial que as mulheres representam para a democracia e para a paz".

O comitê do prêmio Nobel havia anunciado em março que foram indicados 241 candidatos à categoria, um número recorde. O prêmio, que inclui 10 milhões de coroas suecas (US$ 1,5 milhões), será entregue em dezembro.

VENCEDORES 2011

Este é o penúltimo anúncio do Prêmio Nobel em 2011.

Na segunda-feira, o americano Bruce Beutler, o biólogo francês Jules Hoffman e Ralph Steinman, canadense radicado nos EUA, três cientistas que desvendaram segredos do sistema imunológico, abrindo caminho para novas vacinas e tratamentos contra o câncer, foram anunciados como vencedores do Nobel de Medicina --ou Fisiologia.

Na terça-feira, foram conhecidos os vencedores da categoria Física. Ganharam os americanos Saul Perlmutter e Brian Schmidt e o também americano Adam Riess, que possui a cidadania australiana, pela descoberta da expansão acelerada do Universo por meio de observações de supernovas distantes.

Na quarta, o pesquisador israelense Daniel Shechtman venceu o Nobel de Química de 2011 por suas descobertas relativas a materiais cristalinos com estrutura atômica não periódica, encerrando o ciclo de laureados científicos.

Ontem, o Prêmio Nobel de Literatura foi para Tomas Tranströmer. A Academia premiou Tranströmer "porque, através de suas imagens translúcidas, ele nos dá um acesso novo à realidade".

Na próxima segunda-feira, será anunciado o vencedor do Nobel de Economia.

LAUREADOS DA PAZ

O Prêmio Nobel é entregue desde 1901 a personalidades de destaque nas áreas de ciências, literatura e paz, conforme estipulado no testamento do empresário Alfred Nobel, inventor da dinamite.

No ano passado, o dissidente chinês Liu Xiaobo foi o vencedor do prêmio Nobel da Paz. Liu foi condenado a 11 anos de prisão, em dezembro de 2009, por escrever um manifesto com outros ativistas chineses pela liberdade de expressão e eleições multipartidárias no país.

Veja a lista dos vencedores do Nobel da Paz nos dez anos anteriores:

2010: Liu Xiaobo.

2009: Barack Obama

2008: Martti Ahtisaari

2007: Intergovernmental Panel on Climate Change, Al Gore

2006: Muhammad Yunus, Grameen Bank

2005: Agência Internacional de Energia Atômica, Mohamed ElBaradei

2004: Wangari Maathai

2003: Shirin Ebadi

2002: Jimmy Carter

2001: ONU, Kofi Annan

2000: Kim Dae-jung


Fonte: http://www.folha.uol.com.br/ 



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quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Viver a Vida


"Se eu pudesse viver novamente a minha vida, na próxima trataria de cometer mais erros. Não tentaria ser tão perfeito, relaxaria mais. Teria menos pressa e menos medo. Daria valor secundário às coisas secundárias; na verdade, bem poucas coisas levaria a sério. Seria muito mais alegre do que fui. Só na alegria existe vida. Manteria distâncias enormes das pessoas ciumentas e possessivas. Seria mais expontâneo. Correria mais riscos, viajaria mais, contemplaria mais entardeceres, subiria mais montanhas, nadaria mais rios. Seria mais ousado: A ousadia move o mundo. Iria a mais lugares onde nunca fui, tomaria mais sorvete e menos sopa, teria menos problemas reais e nenhum imaginário. Eu fui uma dessas pessoas que vivem preocupadamente cada minuto da sua vida; claro que tive momentos de alegria. Mas, se pudesse voltar a viver, tentaria ter somente bons momentos. A vida é feita disso: só de momentos, nunca percas 'O agora'. Mesmo porque nada nos garante que estaremos vivos amanhã de manhã. Eu era um desses que não ia a parte alguma sem um termómetro, um saco de água quente, um guarda-chuva ou um paraquedas; se voltasse a viver viajaria mais. Não levaria comigo nada que fosse apenas um fardo. Se eu pudesse voltar a viver, começaria a andar descalço no início da Primavera e continuaria assim até o final do Outono. Jamais experimentaria os sentimentos de culpa e ódio. Teria amado mais a liberdade e teria mais amores do que eu tive. Viveria cada dia como se fosse um prémio. E como se fosse o último. Daria mais volta na minha rua; contemplaria mais amanheceres e brincaria muito mais do que brinquei. Teria descoberto mais cedo que só o prazer nos livra da loucura. Tentaria uma coisa nova todos os dias, se tivesse outra vez uma vida pela frente. Mas como sabem, tenho 88 anos e sei que estou morrendo."

Viver a Vida, Jorge Luis Borges


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Estar vivo em vida...


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terça-feira, 27 de setembro de 2011

Leitura


ESCREVER OBRAS DE QUALIDADE OU ESCREVER O QUE O POVÃO QUER LER? EIS O DILEMA DOS ESCRITORES ASPIRANTES A BEST-SELLERS.

É cada vez mais notória a enorme lista de livros que se tornam populares rapidamente. São verdadeiros fenômenos literários que caem na graça do povo em questão de semanas, às vezes; dias. Mas uma questão que levantamos agora é a qualidade desse material. Será que os leitores estão menos exigentes ou os escritores que perderam a qualidade? Será que o mundo hodierno, estigmatizado pelo consumismo e imediatismo fez com que os leitores se tornassem meros consumidores das letras? Nesse contexto, temos uma dúvida cruel para quem deseja se tornar um escritor: escrever obras de qualidade e bem elaboradas ou escrever o que o povão gosta de ler?

É certo que não podemos responder com total convicção as indagações feitas no paragrafo anterior, mas podemos levantar algumas hipóteses na tentativa de tentar entender o gosto do leitor dito contemporâneo.

Não é de hoje que os temas como mortos-vivos, zumbis ou vampiros protagonizam os enredos das obras tidas como literárias. Escritores consagrados já faziam uso dessa fórmula e a impressão que temos é que o público parece demonstrar bastante satisfação com os livros que abordam romances entre seres desse planeta e vampiros, só para citar um exemplo.

Muitos críticos literários não parecem demonstrar muita afeição para com os novos nomes que vêm surgindo na literatura mundial. Essa nova leva de escritores são verdadeiros vendedores de histórias (mega) extraordinárias, que na maioria das vezes, apenas reescrevem o que muitos gigantes das letras como Edgar Allan Poe, Bram Stoker (Drácula) ou até mesmo Robert Louis Stevenson (mesmo esse nunca tendo deixando claro que seu personagem se transformava em alguma criatura fantasmagórica em o médico e o monstro) já fizeram.

Temos a tendência fatalista de bombardearmos gente como Paulo Coelho por escrever sobre o óbvio, uma literatura considerada por muito como “descartável”. Mas qual literatura não seria descartável, já que ao termino da leitura, por muitas vezes, nos damos por insatisfeitos e discordarmos, em algum momento, do final de um personagem ou uma ação que teríamos escrito diferente, se tivéssemos a oportunidade?

Se pegarmos a escritora Agatha Christie como exemplo, perceberemos que essa inglesa fez uso de histórias repetidas para conquistar todo o seu merecido sucesso literário. Christie escrevia enredos bem elaborados com coincidências, pistas falsas e observações minuciosas sobre as fraquezas humanas, mas mesmo assim foi bombardeada por autores de ficção por “repetir frequentemente a mesma fórmula”. Mesmo com a repetição, da já mencionada, mesma fórmula, seu estilo conseguiu encantar gerações de novos leitores.

A verdade é que a determinação da relevância da obra literária vem de quem a ler, ou seja, do povo (leitor moderno). Talvez a falta de um conhecimento mais profundo sobre as obras clássicas; a mídia em torno dos novos escritores e o desinteresse, total ou parcial, dos leitores, sejam alguns fatores que contribuem para uma preferencia para aquilo que está na moda e não prima por histórias bem contatas. O que nos resta é respeitar as escolhas e torcer para que escritores como Júlio Verne, Machado De Assis, Shakespeare, Mark Twain, Goethe, Virginia Woolf, Graciliano Ramos e outros não sumam quando o livro de papel passar a ser peça de museu. 


Fonte: Profº Bruno Coriolano de Almeida Costa post no http://mochileiro-das-galaxias.blogspot.com/


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segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Depois Eles que são os Animais! Denuncie esta brutalidade.




Denuncie a violência contra os animais. Todo ser vivo, seja ele "racional" ou irracional  possui o direito ao bem-estar e a dignidade de viver

Toda vida quer viver e viver bem. Vamos ser amigos da fauna e da flora, por vezes somos tão hostis que até pássaros inofensivos e que inspiram poetas nos evitam com medo.

Não tolere! Ao ver alguém maltratando ou praticando comércio ilícito de animais, reaja e diga não a truculência e arrogância do ser humano perante aos animais, seja um cidadão que tenha o mínimo de dignidade e denuncie este crime.



Ligue imediatamente para:
  • (84) 3321 -1676 (IBAMA-RN) ou 0800 61 8080 (Geral)
  • 190 ou 9631 – 2016 (Polícia Ambiental)


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sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Corrupção Institucionalizada.



As manifestações contra a corrupção começam, felizmente, a ganhar corpo. Pena que o objetivo proposto pela última delas, no Rio de Janeiro, possa ser enganoso, qual seja, considerar como crime hediondo o delito de corrupção. Não é de agora que a sociedade a cada surto de criminalidade pede isso. Mas, de que adianta aumentar as penas se ninguém é condenado?

Atualmente, além da corrupção como desvio pessoal de conduta, estamos diante de algo muito grave: pouco a pouco se foi montando um sistema político que tem a corrupção como pressuposto e condição para a “governabilidade”. Trata-se, portanto, de uma corrupção institucionalizada. Ela não absolve de culpa pessoal os infratores, utilizem eles ou não os recursos obtidos fraudulentamente para fins eleitorais-partidários ou para enriquecimento pessoal. Freqüentemente, aliás, usam-nos para os dois propósitos. Mas requere medidas corretivas que cheguem às causas (ou pretextos) para a roubalheira: o elevado custo das campanhas eleitorais.

Portanto, o combate à corrupção implica também na tentativa de reduzir tais custos. Esta é uma das razões pelas quais eu apoio decididamente o voto distrital, com todas as dificuldades que possam existir para sua implantação.

Mas isso não basta: é preciso ter maior controle e transparência nos contratos públicos e uma atitude firme de repúdio às práticas desonestas. Por isso, quando a Presidente Dilma reitera não aceitar a corrupção impune (mesmo que as circunstâncias políticas a forcem a fazer novas nomeações duvidosas), isso é melhor do que as permanentes tentativas de minimizar os alegados casos de corrupção como o fazia e ainda agora o fez novamente o ex-presidente Lula, lamentando que os ministros recém demitidos não tivessem “casca dura” suficiente para resistir às pressões da sociedade.

Quando os dirigentes não têm força suficiente para acabar com o sistema distorcido em que vivemos, que ao menos por suas palavras e, mais, pelo exemplo, demonstrem que não são lenientes com o crime da malversação. É o mínimo que se pode esperar de quem tem responsabilidades públicas, esteja ou não no exercício de mandatos.

Fonte: Blog do Fernando Henrique Cardoso (FHC) - http://www.observadorpolitico.org.br/

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terça-feira, 20 de setembro de 2011

Nenhuma novidade sobre a corrupção do Brasil.


Por Jamil Chade, estadao.com.br, Atualizado: 9/9/2011 0:37
Embaixador vê corrupção na gestão passada.


CORRESPONDENTE / GENEBRA:

A diplomacia americana considera que a corrupção durante o governo de Luiz Inácio Lula da Silva era 'generalizada e persistente' e atingia todos os Três Poderes. A avaliação foi revelada em uma carta enviada há um ano e meio pelo embaixador dos Estados Unidos no Brasil, Thomas Shannon, ao procurador-geral americano, Eric Holder.

Na carta, que servia como uma preparação para a visita de Holder ao Brasil, Shannon fez ainda um raio X da Justiça brasileira, acusando-a de 'despreparada' e 'disfuncional'. O documento foi revelado esta semana pelo WikiLeaks.

Essa não é a primeira revelação sobre os comentários da diplomacia americana sobre a corrupção no Brasil. Documentos de 2004 e 2005 revelaram a mesma preocupação e mesmo o risco de os escândalos do mensalão acabarem imobilizando o governo.

Mas o que fica claro é que, mesmo no último ano do governo Lula, a percepção americana não havia mudado sobre a presença da corrupção na administração. E o fenômeno não se limitaria aos Três Poderes. Segundo Shannon, as forças de ordem também seriam prejudicadas por 'falta de treinamento, rivalidades burocráticas, corrupção em algumas agências e uma força policial muito pequena para cobrir um país com 200 milhões de habitantes'.

Outra constatação da diplomacia americana foi sobre os problemas enfrentados pela Justiça no Brasil. 'Apesar de muitos juristas serem de alto nível, o sistema judiciário brasileiro é frequentemente descrito como sendo disfuncional, permeado por jurisdições que se acumulam, falta de treinamento, burocracia e atrasos', escreveu o embaixador.

Para Shannon, 'polícia, procuradores e juízes precisam de treinamento adicional' no Brasil. 'Procuradores e juízes, em especial, precisam de treinamento básico para ajudá-los a caminhar em direção a um sistema acusatório mais eficiente', escreveu.

Cooperação. A preocupação não se limita a comentários distantes sobre a situação no Brasil. Shannon deixa claro que são os interesses americanos que podem sair prejudicados. 'Com seu crescente papel econômico e diplomático, os interesses americanos em termos de Justiça no Brasil também aumentam, já que o incremento do comércio, viagens, comunicação e finanças no Brasil também trazem oportunidades de exploração criminosa.'

O diplomata aponta que a cooperação na área de Justiça com o Brasil é considerada no governo Obama como uma das prioridade para permitir que os Estados Unidos 'atinjam seus objetivos na América do Sul'. Para isso, sugere programas para o treinamento de juízes e policiais para lidar com o crime organizado.

A ajuda não seria desinteressada. 'Procuradores e juízes precisam treinamento especializado em áreas de especial interesse para os EUA: gangues, crime organizado, drogas, tráfico de pessoas e lavagem de dinheiro', escreveu.



Fonte: Este texto foi enviado pelo Amigo e Professor Gilmar Henrique (UERN).


http://estadao.br.msn.com/ultimas-noticias/embaixador-v%C3%AA-corrup%C3%A7%C3%A3o-na-gest%C3%A3o-passada


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sábado, 10 de setembro de 2011

O Império dos Cabrestos! A odisséia continua.



O voto de cabresto é um sistema tradicional de controle de poder político através do abuso de autoridade, compra de votos ou utilização da máquina pública ou de poderio privado. Esta expressão é usada para designar o sistema de poder onde as eleições são controladas ou manipuladas por quem detém o poderio econômico e social, ou seja nada que não sabemos por estes lados, está as vistas que é um mecanismo muito recorrente neste rincão mais pobre chamado Felipelândia.

A figura dos Donos do Império é muito comum desde sempre e tem tido bastante “sucesso” por cá, são eles que detém e centralizam todo o poder local e atuam como os Donos de Felipelândia, utilizam do poder econômico para garantirem a eleição dos candidatos que apoiam. Um sistema que usa escandalosamente o voto de cabresto, onde os Donos do Poder obrigam e usam de violência psicológica (e por vezes física através dos famosos Babões) para que os eleitores do seu "curral eleitoral" votem nos candidatos apoiados por eles. Como o voto é aberto e dizem por aí que vivemos em país democrático de direito, então porque eles pressionam e fiscalizam com seus Capangas Bajuladores os seus eleitores?

Muitos possuem o cinismo ao afirmarem que no sistema político e eleitoral vigente, nos dias atuais, é muito difícil controlar o voto das pessoas através do voto eletrônico. Mas sempre houve e existem novos mecanismos de pressão que são usados contra um povo menos esclarecido. Por exemplo, anotar as secções em que os eleitores de uma determinada família ou localidade votam, para depois conferir se a votação do candidato correspondeu ao que se esperava dos eleitores para determinado candidato. Embora não seja possível se determinar "quem" votou em "quem" por este método, ele é eficaz entre a população mais pobre como instrumento de terrorismo psicológico abusando e violando os direitos das pessoas, muitos não escondem literalmente que praticam esta forma "sadia" de angariar votos, digo isto citando a palavra "sadia" devido nunca ter visto alguém no Império de Felipelândia pagar por esta violação dos direitos humanos feito a luz do dia a cada 2 anos (sempre nas eleições dos governos e muita mais intensa e abusiva nas eleições para prefeito/vereadores).

Mas claro que não podemos esquecer que há também o uso de poder das Milícias locais do Império e de outros candidatos que surgem do nada, por exemplo nas comunidades mais pobres da nossa terrinha, há Milicias que obrigam os moradores locais a votar em quem eles querem, ou não permitem o voto em candidatos cujo a Milícia não aceita ; se a população não cumpre seu “papel” a Milícia comunica ao Império destes eleitores "traidores" e abusam do poder fornecido pelo Império ou do seu financiador contra estas humildes pessoas, e assim param de "ajudar" os moradores locais e quando não causam danos mais sérios e prejudicam a vida delas até voltarem novamente ao "curral" de onde nunca na vida deveria ter saído.

É do conhecimento de todos nós da Colméia de Felipelândia que a compra do voto ainda é muito praticada por todos os políticos locais, uma pequena correção, quase todos (acredito que exista alguém que nunca tenha feito isto)! E é bastante eficaz pois existem muita gente incompetente, improba e ociosa vivendo e bem do dinheiro público. Quando os eleitores acéfalos ou azêmolas locais vendem seus votos se sentem obrigadas, compromissadas com um candidato depois de terem recebido algo como um simples favor, uma dentadura, uma carona , um litro de gasolina, dinheiro para ir a uma festa (10 reais) ou até mesmo a inclusão de seu nome em alguns dos programas obrigatórios assistenciais sustentados pelo governo (mesmo assim existe muita gente metida à chique usando destes programas sociais e usurpando daqueles que precisam realmente deste auxílio), e que distribuem poucas dezenas de reais a milhares de pessoas que seriam atendidas com melhor proveito caso dispusessem de maiores oportunidades de emprego, além de adequados serviços de formação profissional, saúde, segurança e principalmente educação cívica para não terem que venderem seus votos ou fazerem parte de "currais eleitorais" do Império, ou melhor para não serem tratados como são os animais quando são vendidos pelo seu dono.

Pois é assim, e assim ganham-se as eleições em Felipelândia e também na maioria dos municípios lá do Brasil (como dizem os mais cultos e cientista políticos Felipenses: É Pêia!) , todos utilizam de artifícios sórdidos e grotescos para atingirem seus objetivos e logo a seguir “dão-lhes um grande chutão nas vossas bundas”, pois o compromisso dos políticos foram cumpridos com os eleitores comprados, pagaram por seu voto, e a partir deste instante todos os seus direitos como eleitor foi para o ralo.

Uma coisa eu acredito, respeito e sei que cada um possui seus problemas pessoais e familiares, mas aquele que vende o voto recebe muita além daquilo que ele vale como pessoa. Ou seja, se você vende seu voto por XX reais saiba que recebeste a enésima potência daquilo que você vale, pois quem vende um voto não vale absolutamente nada e comporta-se como um criminoso tanto quanto um político que sucateia e milita a ruína do seu povo! 

Ficamos todos com Amor e Paz em Pedra das Abelhas e a todos seus Filhos sejam eles onde estiverem.



                                                               
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Semelhante vota em semelhante.



Não reclame jamais do político que você ajudou eleger, pois semelhante vota em semelhante.



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quinta-feira, 8 de setembro de 2011

As falsas amarras!

Reflita sobre aquilo que realmente te prende e veja se é real, não fique inerte e impotente como o cavalo da imagem acima, pois você com certeza terá força o suficiente para libertar-se das falsas amarras da vida.


Ficamos todos com Amor e Paz em Pedra das Abelhas e a todos seus Filhos sejam eles onde estiverem.


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quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Até que enfim uma marcha contra corrupção!



Cerca de 25 mil pessoas, segundo cálculo do comando da Polícia Militar do Distrito Federal, participaram da Marcha contra a Corrupção na Esplanada dos Ministérios durante o desfile de comemoração do 7 de Setembro.

Organizado por meio de redes sociais na internet, o protesto atacou a absolvição da deputada Jaqueline Roriz (PMN-DF), o voto secreto no Congresso, os recentes escândalos de corrupção no governo da presidente Dilma Rousseff, a aplicação da Lei da Filha Limpa, e até o presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Ricardo Teixeira.

A manifestação começou tímida na Catedral de Brasília, por volta de 9h, com duas mil pessoas, mas foi crescendo com a adesão de quem foi assistir ao desfile oficial do outro lado da rua. A marcha andou por toda a Esplanada, passou pela Praça dos Três Poderes, e terminou em frente ao Ministério da Justiça. "Nosso balanço é de pelo menos 25 mil pessoas, muita gente acabou aderindo", disse a major Ana Luiza, que faz parte do comando do efetivo da PM do DF no evento. Não houve incidentes.

Vestidos de preto e com narizes de palhaço, os manifestantes levaram instrumentos, faixas e cartazes com frases de protesto. Evitou-se o uso de referências partidárias. "Voto secreto, não, eu quero ver a cara do ladrão", era um dos gritos em referência à recente absolvição, em votação secreta, da deputada Jaqueline Roriz pelos colegas de Câmara. Ela sofreu processo por ser flagrada, num vídeo, recebendo dinheiro vivo do esquema de corrupção no DF. "A absolvição dela foi o estopim para essa marcha", disse o estudante Marcos Maia, 18, um dos organizadores do protesto.

A rede social "Facebook" foi a principal ferramenta de convocação do protesto, lembrou Luciana Kalil, 30, da organização da manifestação. Vestida de preto, a aposentada Alzerina Salles Pereira, 66, celebrou a marcha. "Aqui no Brasil o dinheiro sobra para poucos, enquanto muitos passam fome", disse.


Fonte: http://www.istoe.com.br/

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sexta-feira, 2 de setembro de 2011

O culto à mediocridade do Ídolo dos bestializados.


“A ignorância é a mãe de todos os males.”

François Rabelais (1483-1553), Escritor e Padre francês



terça-feira, 23 de agosto de 2011

Tudo é efêmero nesta vida!



A idiotice algumas vezes é vital para a felicidade.

Gente chata essa que quer ser séria, profunda e visceral sempre. Putz!

A vida já é um caos, por que fazermos dela, ainda por cima, um tratado ortodoxo?

Deixe a seriedade para as horas em que ela é inevitável: mortes, separações, dores e afins. No dia-a-dia, pelo amor de Deus, seja um pouco idiota!

Ria dos próprios defeitos. E de quem acha defeitos em você. Ignore o que o boçal do seu chefe disse. Pense assim: quem tem que carregar aquela cara feia, todos os dias, inseparavelmente, é ele. Pobre dele. Milhares de momentos acabaram-se não pela falta de amor, dinheiro, sexo, sincronia, mas pela ausência de idiotice. Trate seu amor como seu melhor amigo, e pronto. Quem disse que é bom dividirmos a vida com alguém que tem conselho pra tudo, soluções sensatas, mas não consegue rir quando tropeça? hahahahahahahahaha!…

Alguém que sabe resolver uma crise familiar, mas não tem a menor idéia de como preencher as horas livres de um fim de semana? Quanto tempo faz que você não vai ao cinema? É bem comum gente que fica perdida quando se acabam os problemas. E daí, o que elas farão se já não têm por que se desesperar? Desaprenderam a brincar. Eu não quero alguém assim comigo. Você quer? Espero que não.

Tudo que é mais difícil é mais gostoso, mas… a realidade já é dura; piora se for densa. Dura, densa, e bem ruim. Brincar é legal. Entendeu? Esqueça o que te falaram sobre ser adulto, tudo aquilo de não brincar com comida, não falar besteira (parvoíce), não ser imaturo, não chorar, não andar descalço, não tomar chuva. Pule corda! Adultos podem (e devem) contar piadas, passear no parque, rir alto e lamber a tampa do iogurte. Ser adulto não é perder os prazeres da vida – e esse é o único “não” realmente aceitável. Teste a teoria. Uma semaninha, para começar. Veja e sinta as coisas como se elas fossem o que realmente são: passageiras. Pois a vida é extremamente passageira, quando cuidamos ela já passou! Acelere e viva a vida…

Acorde de manhã e decida entre duas coisas: ficar de mau humor e transmitir isso adiante ou sorrir… Bom mesmo é ter problema na cabeça, sorriso na boca e paz no coração!

Aliás, entregue os problemas nas mãos do Divino e que tal um cafezinho gostoso agora? “A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios”.

“Por isso cante, chore, dance e viva intensamente antes que a cortina se feche”.


Autor: Arnaldo Jabor


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segunda-feira, 22 de agosto de 2011

A futilidade é sinônimo da falta de conteúdo.


A busca desenfreada pela fama anda cada vez mais acelerada, que já não se medem mais esforços para alcançá-la. As pessoas querem ser famosas e só. A necessidade de se fazer importante no meio da multidão faz com que pessoas simulem a morte, inventem fofocas, fabriquem brigas e desentendimentos, forjem relacionamentos, tudo, mais tudo mesmo para entrar na mídia.

Pessoas se colocam em situações constrangedoras e, às vezes, até bizarras, apenas para desfrutar de popularidade. Pra quê? Uma enxurrada de futilidade que norteia canais de TV, revistas de fofocas e portais da internet, ocupando espaço e dando espaço para quem não tem nada à acrescentar. Parece que foi criada mais uma profissão no país, a de “famoso”. Sentou na primeira fila de um programa de auditório e teve seu rosto brindado com um “close”, pronto, nasceu ali mais uma emergente, candidata a famosa que não medirá esforços para não mais sair de foco. A necessidade que as pessoas tem de serem tratadas e sentirem uma celebridade é algo que assusta pelo alto grau das imbecilidades e futilidades que estas são capazes de fazer.

Tantos talentos desperdiçados, tantas coisas a serem acrescentadas para se produzir um país melhor, e enchem a mídia com pessoas desinteressantes, mulheres exibicionistas e gente vazia, preocupadas em serem reconhecidas como alguém famosa. E o pior é que a mídia transforma cada uma delas em famosa da hora.

E dá-lhe notinhas: É fulana que aplicou não sei quantos mililitros de silicone, é sicrana que fez mais uma sessão de fotos nua para uma revista masculina, é beltrana que espalha ter um caso com um jogador de futebol e, assim, a futilidade da fama pela fama, vai enchendo a nossa vida com coisas vazias, sem nos perguntar o que isso nos interessa.

E enquanto o espaço é preenchido por essas pessoas muito “famosas”, o teatro vai ficando para trás, a cultura vai ficando para trás, o talento passa a não ter mais tanta importância assim e a formação em arte dramática, algo totalmente desnecessário. Hoje em dia, o espaço que seria para um artista demonstrar a sua arte, está loteado por famosos que não tem nada a dizer, algo realmente muito triste.

A mídia de hoje em dia se divide em notícias sobre desgraças e violências, e notícias sobre a intensa e frenética vida de futilidades desses “ilustres famosos” e o espaço para aquilo e para aqueles que tem algo a dizer, fica ali escondido, quase que invisível diante dos olhos das pessoas que querem apenas receber um pouco de cultura e conhecimento.


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terça-feira, 16 de agosto de 2011

Êita coisa boa é ser Nordestino!



Cultivado entre os cascalhos do chão seco e as cercas de aveloz que se perdem no horizonte, cresceu, forte e robusto, o meu orgulho de pertencer a esse pedaço de terra chamado Nordeste.

Sou Nordestino. Nasci e me criei no coração do Sertão Potiguar lá na Pedra das Abelhas, correndo de boi brabo, brincando com bola de pano, comendo goiaba do pé e despertando com o primeiro canto do galo para, ainda com os olhos tapados de remela, desabar pro curral e esperar pacientemente, o vaqueiro encher o meu copo de leite, morninho e espumante, direto das tetas da vaca para o meu bucho.

Sou Nordestino. Falo oxente, vôte e danou-se. Vige, credo, Jesus-Maria e José! Proseio com minha língua ligeira, que engole silabas e atropela a ortoépia das palavras.

O meu falar é o mais fiel retrato do Amor de Ser Nordestino. Os amigos acham até engraçado e dizem sempre que eu “saí do mato, mas o mato não saiu de mim”. Não saiu mesmo! E olhe: acho que não vai sair é nunca!

Sou Nordestino. Lambo os beiços quando me deparo com uma mesa farta, atarracada de comida. Pirão, arroz-de-leite, galinha de capoeira, feijão de arranca com toucinho, buchada de bode, carne de sol… E mais uma ruma de comida boa, daquela que, quando a gente termina de engolir, o suor já está pingando pelos quatro cantos. E depois ainda me sirvo de um bom pedaço de rapadura ou uma cumbuca de doce de mamão, que é pra adoçar a língua. E no outro dia, de manhãzinha, me esbaldo na coalhada, no cuscuz, na tapioca, no queijo de coalho, no bolo de mandioca, na tigela de umbuzada, na orêa de pau com café torrado em casa!

Sou Nordestino. Choro quando escuto a voz de Luiz Gonzaga ecoar no teatro de minhas memórias. De suas músicas guardo as mais belas recordações. As paisagens, os bichos, os personagens, a fé e a indignação com que ele costurava as suas cantigas e que também são minhas. Também estavam (e estão) presentes em todos os meus momentos, pois foi em sua obra que se firmou a minha identidade cultural.

Sou Nordestino. Me emociono quando assisto a uma procissão e observo aqueles rostos sofridos, curtidos de sol do meu povo. Tudo é belo neste ritual. A ladainha, o cheiro de incenso. Os pés descalços, o véu sobre a cabeça, o terço entre os dedos. O som dos sinos repicando na torre da igreja. A grandeza de uma fé que não se abala.

Sou Nordestino. Gosto de me lascar numa farra boa cheia de cachaça e mué bonita, ao som do xote ou do baião. Sacolejo e me pergunto: pra quê mais instrumento nesse grupo além da sanfona, do triangulo e da zabumba? No máximo, um pandeiro ou uma rabeca. Mas dançar ao som desse trio é bom demais. E fico nesse rela-bucho até o dia amanhecer, sem ver o tempo passar e tampouco sentir os quartos se arriando, as canelas se tremelicando, o espinhaço se quebrando e os pés se queimando em brasa. Ô negócio bom é botar um buneco a noite toda, e depois amanhecer o dia tomando caldo de mocotó no mercado público às 6h da manhã! Ave-Maria, ô ressaca grande...

Sou Nordestino. Admiro e me emociono com a minha arte, com o improviso do poeta popular, com a beleza da banda de pífanos, com o colorido do pastoril, com a pegada forte do côco-de-roda, com a alegria da quadrilha junina. O artista nordestino é um herói, e nos cordéis do tempo se registra a sua história.

Sou Nordestino. E não existe música mais bonita para meus ouvidos do que a tocada por São Pedro, quando ele se invoca e mete a mãozona nas zabumbas lá do céu, fazendo uma trovoada bonita que se alastra pelo Sertão, clareando o mundo e inundando de esperança o coração do matuto. A chuva é bendita.

Sou Nordestino. Sou apaixonado pela minha terra, pela minha cultura, pelos meus costumes, pela minha arte, pela minha gente. Só não sou apaixonado por uma pequena parcela dessa mesma gente que se enche de poderes e promete resolver os problemas de seu povo, mentindo, enganando, ludibriando, apostando no analfabetismo de quem lhe pôs no poder, tirando proveito da seca e da miséria para continuar enchendo os próprios bolsos de dinheiro.

Mas, apesar de tudo, eu ainda sou Nordestino de coração abarrotando de amor, e tenho orgulho disso. Não me envergonho da minha história, não disfarço o meu sotaque, não escondo as minhas origens.

Eu sou tudo o que escrevi, sou a dor e a alegria dessa terra. E tenho pena, muita pena, dos tantos nordestinos que vejo por aí, imitando chiados e fechando vogais, envergonhados de sua nordestinidade. Para eles, ofereço estas linhas.

Se eu tivesse a chance de nascer dez vezes, eu pedia a Deus para nascer onze vezes no Nordeste e bem lá no meu Sertão Potiguar, lá na Pedra das Abelhas!

Êita coisa boa é ser Nordestino!!



Fonte: O texto é uma adaptação e editação feita ao post "Sem vergonha de ser Nordestina" postado por O Santo Ofício, 10 de Agosto de 201,  Por Sheila Raposo – Jornalista.


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segunda-feira, 15 de agosto de 2011

A Mudança é inevitável.


Uma mudança ou transformação pressupõe uma alteração de um estado, modelo ou situação anterior, para um estado, modelo ou situação futuros, por razões inesperadas e incontroláveis, ou por razões planejadas e premeditadas.

Mudar envolve, necessariamente, capacidade de compreensão e adoção de práticas que concretizem o desejo de transformação. Isto é, para que a mudança aconteça, as pessoas precisam estar sensibilizadas por ela.

Perceber a dinâmica das mudanças é uma necessidade. Viver atualizado é uma questão de sobrevivência e uma maneira de visualizar melhor o futuro, já que os novos tempos exigem uma nova postura de pensamento. Existe um mundo que está acabando e outro que está começando e as pessoas, naturalmente, costumam lidar com isso de maneira defensiva, com temor ou rejeição, na maioria das vezes.

Mesmo pessoas mais esclarecidas e atualizadas revelam-se surpresas com as mudanças sociais, políticas, econômicas, tecnológicas, culturais, ecológicas, etc., que acontecem ao longo da vida. Essas transformações fazem com que a vida não seja um caminho linear em que as pessoas percorram livres e desimpedidas.

Imaginamos agora conterrâneos de Felipelândia! Não são muitas as pessoas que já leram o próprio obituário. Alfred Nobel leu. Nobel estava doente já há algum tempo e alguém anunciou falsamente que ele tinha morrido. Imagine sua surpresa quando abriu o jornal de manhã e viu sua morte noticiada!

Ao ler os curtos parágrafos que resumiam sua vida e obra, ficou incomodado ao ver que era mencionado apenas como o homem que inventara a dinamite. A nota descrevia toda a destruição que a invenção causara. Nobel deplorou a idéia de ser lembrado como criador de algo que fora usado para destruir tantas vidas.

Depois de ler o seu obituário, Nobel decidiu mudar sua vida. Dedicou sua vida a um novo ideal: a busca da paz. Hoje, lembramos de Alfred Nobel, não como o inventor da dinamite, mas como o fundador do Prêmio Nobel da Paz.

A história de Nobel ilustra uma verdade importante: nunca é tarde demais para mudar o rumo de sua vida. Se não mudamos, não crescemos. Se não crescemos, não estamos realmente vivendo, agora eu vos pergunto: vivemos realmente em Felipelândia ou apenas sobrevivemos?

Isto pode significar o abandono de um padrão familiar e limitador, de um emprego seguro mas não gratificante, de valores em que não se crê mais, de relacionamentos que perderam seu significado. Como Dostoievsky afirmou: "Dar um novo passo e divulgar algo totalmente novo são as coisas que as pessoas mais temem."

Não consigo imaginar coisa pior do que viver uma vida estagnada, destituída de mudança e de progresso. A maioria das pessoas lutam contra as mudanças, especialmente se elas nos afetam pessoalmente. Como o romancista Leon Tolstoy disse: "Todos pensam em mudar o mundo, mas ninguém pensa em mudar a si mesmo".

A ironia é que a mudança é inevitável. Todos têm de lidar com ela. Por outro lado, o crescimento é opcional. Você pode optar por crescer ou lutar contra ele, mas saiba de uma coisa: pessoas que não querem crescer nunca alcançarão seu potencial.

Quanto você mudou...ultimamente? Digamos, na última semana? E no último mês? O último ano, como foi? Você consegue ser bastante específico? Sabemos que a tendência das pessoas é continuar na rotina quando o assunto é crescer e mudar. Crescimento é uma escolha, uma decisão que realmente pode fazer diferença na vida de uma pessoa.

A maioria não percebe que as pessoas bem ou mal sucedidas não diferem substancialmente em suas habilidades. Elas são diferentes em seu desejo de alcançar seu potencial. E nada é mais eficiente que o compromisso com o crescimento pessoal quando o assunto é alcançar seu potencial.

O que será dito no seu in memoriam? O que estará escrito em seu obituário? Alfred Nobel leu o seu próprio e mudou. Você pode começar a concretizar algumas mudanças agora mesmo.


Que sejamos capazes de mudarmos primeiro como pessoa, para um dia exigirmos as alterações necessárias à nossa sociedade.

Vamos aniquilar Felipelândia do mapa mundi e instituir uma nova Pedra das Abelhas para todos seus filhos e aqueles que desejam viver em uma terra cheia de brio e retidão de caráter.

Ficamos todos com Amor e Paz em Pedra das Abelhas e a todos seus Filhos sejam eles onde estiverem.


Fonte: Algumas partes do texto foram extraído dos livros Insight I e Insight II DVS Editora, Autor: Daniel C. Luz


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