Bem-Vindos ao Nobel Felipense.

Liberdade de Expressão e Democracia com respaldo no atual Art. 220º e § 2º da Constituição da República Federativa do Brasil, promulgada em 5 de outubro de 1988.

sábado, 30 de junho de 2012

Um reconhecimento e um apelo


" Como eu disse por ocasião de sua trágica morte, Sergio dedicou sua vida profissional aos valores enunciados na Carta das Nações Unidas. Ele nunca hesitou diante de missões difíceis, mesmo que perigosas. As vítimas de conflitos e de desastres ambientais do mundo inteiro se dirigiam a ele sabendo que as entenderia e obteria bons resultados, apesar de enormes obstáculos. Essa eficiência estava sempre associada a uma grande simpatia e muita sensibilidade.

Não podemos aceitar que sua inteligência, sua energia, sua dedicação a seus funcionários e sua lealdade aos ideais das Nações Unidas nos sejam arrancadas com tanta brutalidade.

É por esta razão que os felicito calorosamente pela criação desta Fundação que manterá viva para todos nós a memória e a visão do Sergio. "

Kofi Annan, ex-Secretário Geral das Nações Unidas

Sergio Vieira de Mello Foundation
Geneva, Switzerland 
www.sergiovdmfoundation.org

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Esquecido no Brasil mas lembrado pelo mundo

Sérgio Vieira de Mello (Rio de Janeiro, 15 de março de 1948 — Bagdá, 19 de agosto de 2003) Embaixador Brasileiro, Comissário de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU) por 34 anos e Alto Comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos desde 2002. Atuou em missões humanitárias no Líbano, Moçambique, Kosovo, Ruanda, Bangladesh, Sudão, Timor Leste, entre outras. Como funcionário da ONU morreu em Bagdá, juntamente com outras 21 pessoas, vítima de atentado atribuído (não comprovado) à Al Qaeda contra a sede local da ONU.

Sérgio era conhecido pelo seu carisma e obstinação. Mas a aversão a ostentação de bens materiais também fez parte da sua história. Ele fazia questão de mostrar-se igual aos mais humildes. Seu brilhantismo, sua ampla cultura, simpatia e desapego aos holofotes e bens materiais eram suas principais características, que somadas ao seu tipo pessoal atlético, tornaram-no um ícone entre as principais celebridades mundiais. Por duas vezes foi eleito o homem mais desejado e charmoso do mundo pelas revistas VOGUE e Vanity Affairs, mas não compareceu para receber os títulos. Em entrevista ao New York Times, humilde como sempre, comentou que as revistas haviam se enganado e disse que se ele tinha algo a receber, que fosse revertido para donativos aos refugiados do Iraque.

Sobre o livro de Samantha Power  “O Homem que queria Salvar Mundo”:

" Sérgio Vieira de Mello foi um dos mais corajosos e carismáticos diplomatas da sua geração. Muito jovem, entrou nas Nações Unidas, com cujos ideais sempre se identificou. Ao contrário da maioria dos seus colegas preferia estar em campo em vez de exercer cargos burocráticos em Nova Iorque. Em situações especialmente dramáticas – como a do Ruanda, que originou uma das mais graves crises humanitárias do século XX, e a de Timor-Lorosae, que culminou na transição para a independência –, Vieira de Mello conseguiu contrabalançar os seus princípios morais, moldados nas ruas de Paris em Maio de 1968, com os da política e das relações internacionais.

Esta fascinante personagem, já comparado a Bob Kennedy, é analisada a fundo nesta biografia de escrita por Samantha Power. Sem abandonar o espírito crítico, Power descreve a carreira de Vieira de Mello mostrando como a experiência do diplomata nos massacres da Bósnia e do Ruanda alteraram a sua visão do mundo. Ele, que achava possível transformar situações difíceis só pelo poder das ideias, passou a considerar também essencial, no limite, o uso de força militar para impor a paz. Foi assim que Vieira de Mello assumiu a difícil posição de chefe da missão da ONU no Iraque após a invasão americana.

Vieira de Mello não teve muito tempo para reverter a situação. Em 19 de Agosto de 2003, um atentado suicida destruiu parte do quartel-general da ONU em Bagdad, e ele foi uma das suas vítimas mortais. A sua história, no entanto, permanece como ponto fundamental no debate sobre o futuro da ONU e das relações internacionais. "

Fonte: http://www.washingtonpost.com/wpdyn/content/article/

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Ácidas Palavras

As palavras cáusticas são mais que piadas ou um inocente jogo de palavras, o sarcasmo pode ser compreendido como um recurso para substituir a agressão física.

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quinta-feira, 28 de junho de 2012

As Consequências da Modernidade


O nosso "Maravilhoso" mundo moderno.

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segunda-feira, 25 de junho de 2012

Eleições Brasil 2012


Em "defesa" da Democracia Brasileira

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Enquanto isso...


E assim alimentam a cultura nacional...

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domingo, 24 de junho de 2012

Acreditar ou Pensar eis a Questão!


Ateu, o escritor José Saramago traçou em suas obras visão crítica da religiosidade e da Bíblia. Após a pergunta de um repórter :

"- Como podem homens sem Deus (José Saramago) serem bons?"

Mencionou José Saramago:

" - Como podem homens com Deus serem tão maus? Sou ateu, mas não sou tolo! A sociedade onde cresci e onde vivemos não se concebe sem Deus. Na arte, na linguagem, na cultura popular e erudita a religião cristã está presente. Eu não creio em Deus. Mas se uma pessoa que está ao pé de mim acredita em Deus, então Deus existe para mim através da realidade que é essa pessoa."

A resposta de José Saramago a fé é enebriante, ao afirmar questionando porque homens que dizem acreditarem em Deus serem tão maus, pessoas que expressam uma fé baseada na cegueira religiosa, com pré-julgamentos descabidos e no que de mais sórdido existe no homem, tudo em nome dum mercantilismo de um “deus” obcecado por fins materiais.

Será que Deus com toda sua onipresença e onisciência exige que os homens para que acreditem Nele paguem impostos? Será que as obras do Divino são expressas em amor ou em dinheiro? 

A materialização de Deus na terra foi vista em Jesus Cristo, sendo Este dedicado as obras e toda uma benevolência integral sem exigir nada de ninguém, cobria-se em mantas simples, comia aquilo que cabia a sua mão, demonstrava seu Amor e Afeto ao próximo sem exigir remunerações ou bens materiais, era tudo feito em nome do Amor Gratuito.

A demagogia humana e sordidez em busca do material supera o infinito, templos faraônicos são construídos em nomes de um "deus", matam-se em nome de um "deus", mas na realidade Ele não necessita disto para existir ou estar próximo daqueles que O amam e praticam a verdade em Seu nome.

Desde os primórdios as religiões criadoras de "cegos religiosos" só atrasam os povos e distorcem tudo aquilo que prega o Divino, a insensatez do homem em nome de um "God´s Money" desacredita aqueles que realmente podem contribuir na prática e obra do Criador e Verdadeiro Deus.

José Saramago era ateu convicto foi julgado e crucificado socialmente por infinitas vezes não só no seu país, mas até mesmo por alguns que estão a ler este texto, tão somente porque o Deus que ele morreu negando sempre acreditar foi o "God´s Money", este "deus" que prega o benefício de alguns "Senhores" que usam da fácil fé alheia e da ignorância daqueles que preferem acreditar do que pensar da realidade que os cercam. Todos que pensam e usam  do raciocínio uma forma de superar as aberrações sociais sempre pagaram um preço altíssimo por defenderem suas convicções.

Como podemos acreditar num "Pai" tão vingador e severo? Acreditar em um irmão que pratica o mal e diz fazer em nome de um "deus"? Acreditar em hipócritas e demagogos que usam da ignorância alheia para o enriquecimento ilícito? Nada é tão evidente na vida quando  os nossos atos não condiz com nossa fé, os argumentos tornam-se voláteis e as explicações  totalmente desnecessárias. Ou seja , a fé, se não tiver obras, está morta em si mesma (Tiago 2;17).

A espécie de fé que não vem acompanhada de atos, em harmonia com a sua profissão, não somente não faz nada para quem a tem, mas tampouco exerce influência sobre os homens, e nenhuma sobre Deus, assim como tampouco um morto pode influenciar os vivos (Eclesiastes 9:5, 6.). “Por si só” está morta. Quer dizer, segundo a evidência que apresenta, tal “fé” não fornece nenhuma prova de ter qualquer vida, apesar das afirmações positivas de quem a possui.

Num contexto mais prático e sólido a forma mais lógica de se resolver um problema é entregar a alguém capaz de resolvê-lo, assim se faz os mercadores da fé. Há um marketing secular que vende a imagem de um "deus" que resolverá os problemas em todos os campos seja ele qual for, onde vendem-se e compram-se almas materialistas.

Existe um poder cognoscível real e evidente da presença de Deus no nosso universo, algo tão divino aos olhos dos homens que nem o dinheiro é capaz de comprar, tão poderoso O é que nem o dinheiro é capaz de corrompê-lo!! A presença Dele é visível na beleza dos atos do Amor Gratuito, nas paisagens naturais que apreciamos, na inocência e pureza das crianças, na inigualável beleza feminina, na ação do amor ao próximo, nos atos movidos pela benevolência humana, na doação proba de amor em nome do bem da coletividade (Aqui é a pura Política!). São imensuráveis os atos praticados em nome de Um Deus Bom, mas a associação de Deus com atos extremos de fé cega e seus pré-julgamentos juntamente com a luta desenfreada por dinheiro em nada faz jus ao amor de um Deus Verdadeiro. O que existe  de maior e abominável no ser humano é feito em nome do poder do dinheiro.

Desculpar-me-ei à todos os homens de fé, mas não acredito em nenhum "deus" que vos vende seu amor, se realmente vós são homens de Deus vão fazer isto por mim, certo?

Realmente eis a questão as pessoas de pouca "fé" como eu: "Acreditar ou Pensar eis a questão!"

Prefiro pensar dantes acreditar!

Ficamos todos com Amor e Paz em Pedra das Abelhas e a todos seus Filhos sejam eles onde estiverem.
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Tranquilo

Viva um dia de cada vez
O ontem já passou
O agora é o único destino
O amanhã...?
Sei lá, ainda não chegou! 
Tranquilidade.

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sábado, 23 de junho de 2012

O MMA da Política Brasileira


As imagens acima são símbolos poderosos da cena política brasileira. Elas escracham o que significam hoje as negociações para a construção de alianças eleitorais: um verdadeiro mercado de compra e venda.

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sexta-feira, 22 de junho de 2012

O Poder



“Quase todos os homens são capazes de suportar adversidades, mas se quiser por à prova o caráter de um homem, dê-lhe poder.” 
Abraham Lincoln

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Procurado? O PT o abrigou com todo carinho


O Senhor Dep. Federal (SP) Paulo Maluf é procurado pelo Polícia Internacional (INTERPOL) em razão de um mandado expedido pela promotoria de Nova Iorque, que o acusa de movimentar ilicitamente milhões de dólares no sistema financeiro internacional sem justificativa fundamentada, claro que constatou-se que tratava-se de dinheiro dos cofres públicos brasileiro. Mas, este marginal no momento encontra-se livre, leve e solto abrigado pela alta cúpula do PT nacional com o aval do seu Senhor Maior, o ex-presidente Lula da Silva.

O PT através da sua obsessão desenfreada e esdrúxula não medem esforços, e perderam toda a vergonha na cara para ampliar e manter-se o maior tempo possível no poder político brasileiro.

Já tivemos o Mensalão do PT como o maior esquema de corrupção já montado na história Brasil e agora estar previsto o Malufão, toda esta falta de probidade e desrespeito com o povo, junto a essa descabida aliança, mostram (pelo menos aqueles que conseguem enxergar!) que o PT põe-se acima do bem e do mal na política brasileira.

Estes tipos de alianças políticas entre outras são as maiores provas do imensurável desrespeito e descompromisso existente entre a classe política brasileira com o povo.

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segunda-feira, 18 de junho de 2012

Sarney merecia ser padrinho do casamento celebrado na visita de Lula à casa de Maluf


Em setembro de 1987, num discurso em Aracaju, o deputado federal Luiz Inácio Lula da Silva, fundador e dono do PT, juntou no mesmo balaio da gatunagem o então presidente José Sarney e os ex-governadores paulistas Adhemar de Barros e Paulo Maluf. Trecho:

“E a Nova República é pior do que a velha, porque antigamente na Velha República era o militar que vinha na televisão e falava, e hoje o militar não precisa mais falar porque o Sarney fala pelos militares ou os militares falam pelo Sarney. Nós sabemos que antigamente ─ os mais jovens não conhecem ─, mas antigamente se dizia que o Ademar de Barros era ladrão, que o Maluf era ladrão; pois bem: Ademar de Barros e Maluf poderiam ser ladrão, mas eles são trombadinhas perto do grande ladrão que é o governante da nova República, perto dos assaltos que se faz”.

Nesta segunda-feira, Lula levou Fernando Haddad à mansão de Maluf para a pajelança que celebrou a troca de alianças entre o PT e o PP controlado pelo homem que considerava um ícone da ladroagem. “Não há contradição”, gaguejou Haddad. “A cidade de São Paulo deve ficar acima de possíveis divergências ideológicas entre as duas siglas”.

Feliz com os salamaleques dos visitantes, o anfitrião fez de conta que também achou muito natural a barganha que juntou o “homem novo” (segundo o Lula de 2012) e o velho inimigo que o Lula de 1987 chamava de ladrão. “Não adianta olhar pelo retrovisor”, ensinou Maluf. “Temos que olhar para o para-brisa”. Previsivelmente, Lula não quis fazer declarações. Ordem médica, alegou. Conversa fiada. Ele não tem o que dizer. Falaram por ele os sorrisos e o aperto de mãos que trocou com o dono da casa que visitou pela primeira vez.

De 1987 para cá, Maluf incorporou ao prontuário façanhas tão extraordinárias que acabou entrando no ranking dos mais procurados pela Interpol. Como o encontro revogou oficialmente a discurseira do passado, o ex-presidente perdeu uma boa chance de redimir-se por inteiro dos pecados de Aracaju. José Sarney merecia ser padrinho do casamento obsceno. Ao lado de Maluf, hoje é ele quem parece trombadinha.


Fonte: www.veja.abril.com.br

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Enquanto isso...


E assim se faz justiça por aqui!

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A essência da Verdade é a Liberdade


Nos momentos de crise, todos nos agarramos ao que parece dar segurança. Quanto mais difíceis são as conjunturas, mais a vertigem do erro se apodera da nossa capacidade de decisão. A responsabilidade de vivermos sempre no tempo, que pela sua essência jamais torna atrás, vai-nos preparando, melhor ou pior, para gerir os instantes mais exigentes. Muitas vezes fingimos e fugimos, acreditando em naturezas cíclicas e em prazos longos...o que está claramente fora da verdade.

Em circunstâncias difíceis, a qualidade das nossas referências é posta à prova. É tempo de experimentar o que prometeu aguentar-nos. Mas descobre-se que quase tudo é embuste, que pouco há de verdadeiramente seguro. E é neste quase vazio que se revela a verdade: estamos sós e dependemos apenas de nós. Alguns entendem que se trata de um dom, outros de uma condenação. Uns sorriem, outros choram.

A liberdade é mais do que o poder de escolha, é agarrar a vida como matéria-prima e fazer com ela uma obra pessoal, algo que, mais que meu, sou eu. Eis o verdadeiro dom (talvez divino): ser livre. Poder dar sentido à vida, dando-lhe um ponto de partida, um rumo, um sustento e um verdadeiro fim.

A verdade só pode surgir num contexto de liberdade. Para que as coisas e as pessoas se revelem, é preciso deixá-las ser. Só quando se dá liberdade se pode esperar verdade. Afinal, a essência da verdade é a liberdade.

Ficamos todos com Amor e Paz em Pedra das Abelhas e a todos seus Filhos sejam eles onde estiverem.

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domingo, 17 de junho de 2012

Idolatria ao fútil

Quantas vezes ouvimos uma homenagem para o Carlos Chagas ou Machado de Assis no horário nobre da TV brasileira? Releia a pergunta e substitua “Carlos Chagas ou Machado de Assis” por Pelé e mentalize a resposta, e qual realmente seria o significado e os benefícios que isto traria ao povo brasileiro! 

No nosso Brasil, quanto mais você faz pela sociedade, menos reconhecimento você tem dela. Em contrapartida, quanto menos você faz, maior notoriedade tem o seu trabalho. Assim temos cientistas, pesquisadores, juristas, médicos, engenheiros, bombeiros, policiais, professores, entre outros heróis do dia adia que dedicam a sua vida em prol de todos e tem reconhecimento zero pela sociedade. Muitos deles sequer recebem um salário justo como por exemplo os professores e os grandes cientistas brasileiros que mais contribuem no avanço de uma nação. Já o "Deus" da nação futebolística o Neymar, e o "Beethoven" do LPB (Lixo Popular Brasileiro) tupiniquim o Michel Teló, ganham cifras incalculáveis, criaturas estas que não contribuem em absolutamente nada no avanço de uma nação.

Já quem não faz absolutamente nada pela sociedade, como atletas, principalmente jogadores de futebol (Ops…Viva ao DeusMar!), “artistas” fúteis, atores que possuem apenas um corpo efêmero, músicos que pulverizam o mundo com um lixo sonoro insuportável (Ai se eu te pego…), mulheres de bundas grandes e perfeitas azêmolas (Objetos frutas), entre outros que exercem uma abjeta “profissão” que não presta qualquer serviço para o bem comum de um povo, somente beneficiando as suas próprias vidas, além de receber salários altíssimos para tanta insignificância e imbecilidade, são ovacionados pelo público como “Deus” de outro planeta. A idolatria é tão absurda pelo povo e a proporcionalidade dada pela imprensa brasileira é tão massiva que estas pessoas se acham imortais e estão sempre acima do bem e do mal.

Esse hábito não é exclusivamente brasileiro vale salientar, boa parte dos países ocidentais, em especial aqueles que importam a cultura norte-americana, se comportam dessa maneira. Esse culto acéfalo as celebridades e o total descaso com quem realmente faz pela sociedade, gera um repúdio da maior parte das pessoas ainda cultas seja aqui ou em qualquer parte do mundo.

Como as pessoas com considerável grau de sabedoria ainda são minorias no nosso país, tal comportamento da massa idólatra se espalha feito um vírus pandêmico, tornando-se ainda mais letal devido ao apoio das mídias que deixa a situação incontrolável, tais idolatrias deixam no esquecimento quem realmente faz pelo bem social e contribui para o avanço de um povo.

Cabe a todos que possuem pelo menos meia dúzia de neurônios nesta sociedade e principalmente que tem consciência desse tumor social, em espalhar uma ideologia com sanidade e respeito a quem merece e derrubar esse fanatismo e admiração aos falsos feitores originada da ignorância da maioria que compõem a sociedade.

O LPB faz parte de uma produção industrial constante que aumenta em condições geométricas, um cancro que comprime as condições normais da evolução social, sociedade esta que necessita crescer não só no fator econômico e material, mas sim no que é mais importante  no avanço de um povo que são os critérios cívicos e culturais.

Ficamos todos com Amor e Paz em Pedra das Abelhas e a todos seus Filhos sejam eles onde estiverem.

Fonte: O texto foi elaborado com idéias deste editor e a fusão de partes encontradas no site http://ahduvido.com.br/

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sábado, 16 de junho de 2012

Um nome sem virtude

"A fama oriunda dos parentes e dos pais é falaz e de pouca valia, quando a não acompanha a virtude. "
Nicolau Maquiavel

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sexta-feira, 15 de junho de 2012

quarta-feira, 13 de junho de 2012

O Brasileiro é o povo mais feliz que existe?

Relatório apresentado em conferência da ONU destrói o mito e diz que, apesar de sermos a sexta maior economia do planeta, há 24 países em que a população é mais feliz.

Sempre com um sorriso no rosto, independentemente das adversidades. Dono de um bom humor sem fim e de uma capacidade ilimitada de receber bem o próximo, mesmo quando ele vem de outro país e não fala a nossa língua. O brasileiro tem a fama de ser o povo mais feliz do mundo e o principal motivo seria a bênção de nascer em um país ensolarado, com paisagens belíssimas, poupado de cataclismos, de ataques terroristas e conceitos religiosos ou étnicos. Mas seria isso suficiente para alcançar o topo do ranking mundial da felicidade? A resposta é não, de acordo com o relatório divulgado na 1ª Conferência das Nações Unidas sobre a Felicidade e o Bem-Estar, realizada em Nova York, em um momento em que a ONU defende um novo parâmetro para medir o desenvolvimento dos países, o Índice de Felicidade Bruta (FIB), criado no Butão.

O Brasil aparece em 25º lugar no ranking da pesquisa, que leva em consideração fatores como a distribuição da riqueza, a oferta de emprego, o acesso aos serviços básicos, como saúde e educação, a ausência de corrupção e o respeito ao meio ambiente.O Relatório Mundial da Felicidade foi elaborado pelo Instituto Earth, da Universidade de Columbia, que analisou dados recolhidos entre 2005 e 2011 em 156 países. No topo, aparecem os povos dos países nórdicos, que não são necessariamente os mais ricos, mas têm acesso a ótimos serviços básicos.  Dinamarca, Noruega, Finlândia e Holanda lideram o mundo no que se refere à felicidade bruta, contrastando com países como o Togo, Benim, República Centro-Africana ou Serra Leoa, no extremo oposto. Os Estados Unidos ficaram em 11º lugar, Israel em 14º e o Reino Unido em 18º.

Indicador brasileiro

O Brasil é hoje o sexto maior Produto Interno Bruto (PIB) do mundo e está em 84º lugar em termos de Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). Podemos dizer então que o brasileiro é feliz? “Para mim, não”, avalia o professor Fábio Gallo, que coordena o recém-criado Núcleo de Estudos sobre a Felicidade e o Comportamento Financeiro, da Fundação Getulio Vargas (FGV-SP), junto com o colega Wesley Mendes.

O núcleo, que está antenado com a economia comportamental, escola em voga no exterior há pelo menos uma década, desde que os americanos Michael Spence e Joseph Stiglitz ganharam o prêmio Nobel, prepara-se para medir a felicidade do brasileiro. Todavia, não vai seguir obrigatoriamente os parâmetros da ONU em relação ao tema.“Nós não queremos reproduzir a Felicidade Interna Bruta (FIB) como está montada para o Butão.

Queremos criar um indicador que permita observar os padrões de bem-estar próprios para o brasileiro. O FIB é um indicador com 73 variáveis, nove indicadores macros, mas para um povo que vive uma cultura muito própria, é um reinado, tem população pequena. Não tem como dizer que aquele indicador seja adequado para o Brasil”, explica o professor Gallo.“Hoje, as principais políticas públicas de bem-estar nascem da esfera federal e não costumam refletir as necessidades dos municípios, por exemplo. Por isso, não queremos ter só um número, queremos ferramentas para os governantes e empresários se orientarem sobre as necessidades de cada população”, acrescenta. A proposta da FGV é criar uma metodologia que permita medir padrões de bem-estar, com pesos diferenciados para os mesmos fatores, de acordo com a região, o gênero e a faixa etária.“Wesley fez no ano passado uma pesquisa sobre comportamento financeiro e no final se perguntava sobre a felicidade. Este estudo já mostrou que há diferentes padrões de bem-estar, de acordo com o lugar em que se vive”, diz o professor Gallo.“A principal preocupação dos paulistanos era com a segurança pessoal, enquanto a principal satisfação era fruto das perspectivas de crescimento acadêmico. Entre os gaúchos, a preocupação surgia da expectativa de conseguir um bom trabalho. A satisfação vinha de uma boa vida social”, exemplifica.Para montar o novo índice, a FGV-SP está fechando parcerias para coletas de dados. Um dos possíveis parceiros para a pesquisa é o movimento não governamental Mais Feliz, que reivindicou, com sucesso, a inclusão da felicidade como tema na Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20.

Na opinião do ativista e publicitário que lidera o movimento, Mauro Motoryn, a inovação tecnológica deve levar as pessoas a participarem da administração pública em tempo real e online, via celular ou computador. “Teremos no futuro uma sociedade mais viva e participativa. Isso é bom para os administradores competentes, porém, cruel para os desavisados”, alerta Motoryn, que acaba de lançar uma plataforma para celular, tablet e via facebook que avalia o nível de satisfação da população em tempo real, disponível no site www.myfuncity.org.

O Myfuncity permite medir a felicidade e saber quais são as reivindicações do cidadão em qualquer lugar do Brasil. O aplicativo possibilita gestão pública por meio da tecnologia digital das redes sociais, permitindo que os cidadãos avaliem a qualidade das cidades a partir de 12 indicadores relacionados ao trânsito, segurança, meio ambiente, bem-estar, saúde e educação, com notas em uma escala de zero a dez.“O aplicativo MyFunCity permite que cada usuário avalie exaustivamente sua rua, seu bairro e sua comunidade, em categorias como saúde, educação, transporte, poluição (sonora e visual). É possível interagir com os demais cidadãos e analisar cada região em detalhes”, explica.

Para Motoryn, a 25ª posição do Brasil no ranking da felicidade mundial remete as falhas gritantes do país em relação a questões sociais.“A gente não pode confundir um país alegre com um país feliz do ponto de vista daquilo que recebe do Estado. Ou seja, nós temos deficiências graves na área da saúde, por exemplo, e isso inclui decisivamente na colocação no ranking”, diz. “Mas acho o brasileiro um povo extremamente feliz. Diante das adversidades, ele continua e acredita que o amanhã será melhor”, acrescenta.

Ao que tudo indica, os governantes brasileiros sabem que os parâmetros estão mudando e se mostram preocupados com esta felicidade a medir. A proposta de transformar o tema em política pública já está tramitando no Congresso Nacional por meio da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 19/2010, cujo relator é o senador Cristovam Buarque (PDT-DF).


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O Povo no Poder

Em julho de 1987, funcionários da CNBB entregam à Câmara dos Deputados abaixo-assinados de projetos de iniciativa popular para a Assembleia Nacional Constituinte

Graças à mobilização da sociedade civil na década de 1980, o Brasil se tornou um dos poucos países no mundo onde a população pode legislar diretamente.

“Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição.” – Parágrafo único do artigo 1º da Constituição de 1988.

“A soberania popular será exercida pelo sufrágio universal e pelo voto direto e secreto, com valor igual para todos, e, nos termos da lei, mediante: I – plebiscito; II – referendo; III – iniciativa popular.” – Artigo 14 da Constituição de 1988.

A Constituição brasileira de 1988 é uma das poucas no mundo que garantem aos cidadãos a possibilidade de exercer o poder político por conta própria, criando leis em benefício da coletividade sem depender da ação de deputados e senadores. No entanto, quase 23 anos após a promulgação da carta constitucional, o país ainda está longe de praticar a democracia direta. O que prevaleceu até hoje foi a democracia representativa, na qual os eleitores se limitam a eleger seus representantes – presidente, governador, senadores, deputados federais e estaduais e vereadores –,delegando-lhes o enorme poder de legislar e governá-los, abrindo mão de participar ativamente dos grandes debates políticos do país.

Toda regra, porém, tem sua exceção. A aprovação, em 2010, da Lei da Ficha Limpa (Lei Complementar 135/2010), que proíbe a candidatura de políticos com problemas na Justiça, se tornou um dos raros exemplos de legislação nascida da iniciativa popular que vingou. O outro caso de sucesso é o da Lei 9.840, aprovada em 1999, que pune com a cassação do mandato os políticos acusados de compra de votos.

As duas leis de iniciativa popular com caráter de depuração da política nacional têm produzido várias mudanças para melhor na vida institucional do país: nas eleições do ano passado, a Lei da Ficha Limpa impediu a candidatura de personagens de peso, como o ex-ministro Jáder Barbalho (PMDB-PA) e o ex-governador do Distrito Federal Joaquim Roriz (PSC-DF), entre muitos outros, acusados de malversação de recursos públicos. E, desde que foi aprovada, a Lei 9.840 já levou à cassação de mais de mil administradores públicos, entre os quais governadores e prefeitos. “As leis de iniciativa popular são um dos poucos momentos nos quais o Congresso, que se concede aumentos de salários e legisla em causa própria, é obrigado a ouvir a sociedade”, explica o cientista político Rubens Figueiredo.

Existem ainda outras duas normas legais que tiveram origem na mobilização da sociedade – a lei que cria o Sistema Nacional de Habitação Popular (Lei 11.124/05) e uma legislação que pune mais severamente os crimes hediondos (Lei 8.930/94) –, mas os processos de aprovação dessas medidas não representaram casos genuínos de democracia direta. A primeira levou 17 anos para tramitar no Congresso, até a sua promulgação, totalmente desfigurada, em 2005. A segunda foi adotada pelo governo, que enviou uma proposta de legislação sobre o assunto ao Legislativo diante da comoção nacional gerada pelo assassinato da atriz Daniella Perez, filha da autora de telenovelas Glória Perez, em 1992.



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segunda-feira, 11 de junho de 2012

Um excelente disfarce para Narcisistas é a Política


De acordo com o psiquiatra argentino Hugo Marietán : "A política é um terreno em que os psicopatas se movem como ´peixes na água`.” Alguns especialistas concordam, embora com algumas raras exceções. A democracia de certa forma barra os psicopatas severos (Hitler entre outros assassinos), mas são comuns casos menos extremados, porém patológicos, de distúrbios narcisistas. Possuímos isto nos nossos políticos nacionais, é possível observar sintomas visíveis.

Contudo é verdade que a política e todas as atividades onde há exercício de poder são atrativas para estas personalidades doentias. E porque pesam dois fatores: o poder garante-lhes gratificação – por ir ao encontro da necessidade de controlar e ser admirado – por outro, saem-se bem no jogo político.

Personalidades narcísicas, com culpabilidade diminuída são mais comuns, mentem, enganam e manipulam todos ao seu redor. Na atividade política isto é o pão nosso de cada dia. Mas nem todo o político tem uma personalidade desviante e como também nunca foi encontrado um estereótipo psicológico entre quem exerce poder. Como tudo nesta vida nada é 100% bom ou 100% ruim, o céu e o inferno habita todos nós.

Mas, para muitos psicólogos o prognóstico é bem pior, é preciso separar duas formas de encarar o poder: como legitimidade de gestão e governo do outro. E o último registo, motivação dos narcisistas que alcançam cargos públicos, tende a dominar. A democracia protege-nos dos casos mais severos da psicopatia, mas para os narcísicos sutis acaba por ser um bom disfarce. Usam muito os moralismos e ideais próprios para justificar seus meios narcisistas de atingirem e se manterem no poder com longevidade.

Os narcisista possuem charmes de mais, vergonha de menos, sem diagnósticos particulares, mas reconhecemos que há casos de perturbações de personalidade hoje na política seja ela onde for, por exemplo figuras como o populistas Hugo Chávez (Presidente da Venezuela), e algumas vezes o ex-presidente Lula com seu Lulismo Popular e com algumas atitudes em busca constante do mediatismo. Mas, a própria psiquiatria é quem mais relativiza a questão: nem todo o narcisismo é negativo, alguns conseguem atingir pontos nas suas carreiras com auto-estima e determinação em chegar a determinados patamares com um narcisismo positivo. Já o ponto negativo é o narcisismo “de morte” de figuras como Hitler (Alemanha), Franco (Espanha), Stalin (ex-URSS), já em contra ponto temos o positivismo que é mais consistente com a equação política, de valorização das capacidades, e importante até para a definição de carisma, do político que mobiliza. Hoje literalmente não vemos líderes carismáticos, mas exemplos atuais de um protótipo máximo de culto da auto-imagem.

Os casos de ausência de vergonha, de quem é apanhado a mentir ou de quem se mantém em cargos públicos após condenações em tribunais de justiça por improbidades. O que está em questão não são os artifícios jurídicos, porque as pessoas sejam elas que forem têm o direito a defender-se através dos meios legais. O fato na realidade é não sentirem culpabilidade e vergonha. Alguém com alguma organização psicológica ou mais normal, não continuaria a aparecer e querer manter a sua visibilidade após casos desta natureza. O poder para o narcísico é uma forma de afirmar que não tem defeitos ou falhas. Uma falha de quem só tolera a perfeição é o descambar de tudo. Em vez de vergonha, tende a defender-se com arrogância.

Existe um charme superficial, estamos numa sociedade que valoriza o espetáculo, em que as características superficiais são as primeiras a ser avaliadas. É o caso da pessoa ser superficialmente charmosa, característica do narcisista ou do psicopata. É óbvio que na psicologia estes distúrbios têm vários graus, não falamos de assassinos em série. A política atrai personalidades que sentem que as suas características lhes dão vantagem na carreira. A paranóia é também um sinal, a pessoa narcísica desconfia dela própria.

A ganância pelo poder é patológico é a propensão sobretudo de quem não faz a transição para a vida madura e consciente. Existe uma ilusão de que caso se consiga governar os outros, talvez a própria vida tenha manejo, um pouco como a criança que só se sente segura quando os grandes estão convencidos de suas artes infantis. O narcisismo político tem a ver com a pessoa não se sentir suficientemente valorizada como pessoa, com seu verdadeiro “Eu”. Estas pessoas estão ligadas a muita insegurança pessoal, compensada por esta necessidade de estar acima dos outros.

O pior disto tudo no domínio da esfera pública, acaba por ser a impunidade. Uma sociedade passiva reflete também sobre o eleitorado que elege estes psicóticos. Deve haver maior sensibilidade de quem vota, as pessoas devem estar um pouco mais vigilantes ao fato de poderem ser manipuladas e enganadas, algo bastante comum no nosso país onde repete-se a cada ano eleitoral. Acabamos elegendo estas figuras pela superficialidade, e ainda permanece a impunidade, as expectativas de quem vota saem goradas ao longo de sucessivas eleições.

De acordo com as estatísticas a psicopatia tem uma incidência entre 1% a 2% na população, uma em cada 100 pessoas. Mas, vamos encontrar vários psicopatas ao longo da vida, seja na esfera pública com os políticos ou na vida privada. Nada disto é novo, parte da explicação para a entrega do poder a narcisistas acaba por ser o conformismo e a ignorância do povo.

São raros os narcisistas e mais ainda os psicopatas que procuram tratamento. Geralmente quando procuram é porque acham que os outros é que estão mal. Se um narcísico vive para provar aos outros que não tem falhas, isto é um reflexo direto de uma noção muitas vezes inconsciente de se ser uma porcaria como pessoa.

Para a psicologia, o mito de Narciso ainda serve de enquadramento e todo o narcisismo é patológico. Antes da ameaça, são por isso vítimas de outros e de si. Segundo a Mitologia Grega: “Narciso apaixonou-se pela própria imagem porque rejeitou e foi rejeitado por todos à sua volta. Não foi o objetivo dele, foi o último recurso.”

Um fato nisto tudo é inexorável e lógico: "Quanto mais narcisista é um político, maior é a sua incompetência administrativa."

Ficamos todos com Amor e Paz em Pedra das Abelhas e a todos seus Filhos sejam eles onde estiverem.

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