Bem-Vindos ao Nobel Felipense.

Liberdade de Expressão e Democracia com respaldo no atual Art. 220º e § 2º da Constituição da República Federativa do Brasil, promulgada em 5 de outubro de 1988.

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Viajar é Preciso


Mesmo a rodar e a andar pelo mundo, nada se compara a viagem da leitura.

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quarta-feira, 18 de julho de 2012

O Chefe


"O Chefe", livro do jornalista Ivo Patarra, é um flagrante da corrupção política na era Lula. As 457 páginas retratam uma triste realidade, que marcará toda uma geração. É resultado de cinco anos de pesquisa.

A obra traz os inquéritos, relatórios, sindicâncias, investigações e reportagens que escandalizaram o Brasil. Os documentos reproduzidos resumem o trabalho desenvolvido pelo Ministério Público, Polícia Federal, Comissões Parlamentares de Inquérito, Congresso Nacional, Tribunal de Contas da União, Controladoria-Geral da União, Tribunal Superior Eleitoral e principalmente as apurações conduzidas por setores da imprensa, que contribuíram decisivamente para revelar detalhes do escândalo do mensalão, o maior esquema de corrupção governamental de que se tem notícias no Brasil, em todos os tempos.

Capítulo 1

'O governo Lula é o mais corrupto de nossa história'

Qual a justificativa para o presidente da República nomear como ministro e integrante de seu primeiro escalão de auxiliares o homem que publicara, num dos jornais mais importantes do País, que ele, o presidente, era o chefe do governo "mais corrupto de nossa história"?

Pois Luiz Inácio Lula da Silva, o Lula, nomeou o filósofo Roberto Mangabeira Unger no primeiro semestre de seu segundo mandato, em 2007, ministro da Secretaria de Planejamento de Longo Prazo, especialmente constituída para abrigá-lo. E não adiantou nem o PMDB (Partido do Movimento Democrático Brasileiro) inviabilizá-la tempos depois, durante uma rebelião para obter mais cargos no governo e proteção para o senador Renan Calheiros (PMDB-AL), o então presidente do Senado, acusado de corrupção. Apesar de o PMDB derrotar a Medida Provisória que criara o posto para Roberto Mangabeira Unger, Lula deu um jeito na situação, nomeando-o novamente, desta vez como ministro extraordinário de Assuntos Estratégicos. A posição do detrator estava garantida.

"Pôr fim ao governo Lula" é o título do artigo de Roberto Mangabeira Unger publicado na Folha de S.Paulo em 15 de novembro de 2005, no sugestivo dia da Proclamação da República. O ano de 2005 havia sido marcado pela eclosão do escândalo do mensalão. Este é o parágrafo de abertura do artigo:

"Afirmo que o governo Lula é o mais corrupto de nossa história nacional. Corrupção tanto mais nefasta por servir à compra de congressistas, à politização da Polícia Federal e das agências reguladoras, ao achincalhamento dos partidos políticos e à tentativa de dobrar qualquer instituição do Estado capaz de se contrapor a seus desmandos."

O que poderia ter levado o presidente da República a nomear como ministro o autor dessas acusações? E Roberto Mangabeira Unger não estava brincado, a julgar pela defesa que fez do impeachment de Lula. Ao denunciar "a gravidade dos crimes de responsabilidade" supostamente cometidos pelo presidente, o então futuro ministro afirmou em seu artigo que Lula "comandou, com um olho fechado e outro aberto, um aparato político que trocou dinheiro por poder e poder por dinheiro e que depois tentou comprar, com a liberação de recursos orçamentários, apoio para interromper a investigação de seus abusos".

Alguém poderia argumentar que a nomeação de Roberto Mangabeira Unger seria um mal necessário. Coisa da política. E tentar explicá-la pela importância do filósofo, um professor da prestigiada Universidade de Harvard, das mais importantes dos Estados Unidos, por quase 40 anos. O Brasil, portanto, não poderia prescindir da experiência e do prestígio de Roberto Mangabeira Unger, que teria muito a contribuir com o País.

Será mesmo? A cerimônia de posse do filósofo não demonstrou isso. Poucos ministros, cadeiras vazias, menos de uma hora de solenidade. E mesmo antes da criticada viagem de Roberto Mangabeira Unger à Amazônia, em 2008, na qual defendeu o desvio de águas da região para abastecer o Nordeste, sem considerar que centenas de milhares de amazonenses ainda não dispunham de água encanada, o ministro já era considerado, em âmbito do governo, "café-com-leite". Ou seja, não lhe era atribuída importância, nem de seu trabalho haveria algo para se aproveitar.

Outro trecho do artigo de Roberto Mangabeira Unger: "Afirmo ser obrigação do Congresso Nacional declarar prontamente o impedimento do presidente. As provas acumuladas de seu envolvimento em crimes de responsabilidade podem ainda não bastar para assegurar sua condenação em juízo. Já são, porém, mais do que suficientes para atender ao critério constitucional do impedimento. Desde o primeiro dia de seu mandato o presidente desrespeitou as instituições republicanas. Imiscuiu-se e deixou que seus mais próximos se imiscuíssem, em disputas e negócios privados".

Talvez, então, a razão para a nomeação de Roberto Mangabeira Unger tenha sido de ordem político-partidária. Ou seja, o filósofo traria para o governo a base social representada por seu partido, ampliando o número de legendas que davam sustentação à administração Lula no Congresso. Como vimos, no entanto, Roberto Mangabeira Unger passou a maior parte da vida nos Estados Unidos, o que o forte sotaque não deixava desmentir. Não possuía qualquer base social, nem traria consigo qualquer força orgânica da sociedade.

Quanto a seu partido, o minúsculo PRB (Partido Republicano Brasileiro) tinha menos de 8 mil filiados quando Roberto Mangabeira Unger se tornou ministro e era um dos menores partidos políticos do País. Não agregava praticamente nada à base aliada de Lula. Por apoio político-partidário não faria sentido nomear Roberto Mangabeira Unger. Afinal, o PRB, ligado à Igreja Universal do Reino de Deus, possuía apenas três deputados federais, um senador e o vice-presidente da República, José Alencar (MG), que saíra do PL (Partido Liberal) em decorrência do escândalo do mensalão e foi o grande incentivador da nomeação do filósofo.

Em outro trecho do famoso artigo, Roberto Mangabeira Unger afirmou que "Lula fraudou a vontade dos brasileiros", ameaçava a democracia "com o veneno do cinismo" e tinha um projeto de governo que "impôs mediocridade". E mais: "Afirmo que o presidente, avesso ao trabalho e ao estudo, desatento aos negócios do Estado, fugidio de tudo o que lhe traga dificuldade ou dissabor e orgulhoso de sua própria ignorância, mostrou-se inapto para o cargo sagrado que o povo brasileiro lhe confiou".

Para fazer a vontade de seu vice José Alencar, um homem leal e doente, Lula só precisaria ter dito que gostaria muito de nomear alguém indicado por ele, mas não poderia ser o homem que o acusara de chefiar o governo mais corrupto da história. Poderia ser qualquer um, menos aquele que conclamara o Congresso a derrubá-lo da Presidência da República, por corrupção. Por que Lula nomeou Roberto Mangabeira Unger, autor de acusação tão séria? Nas páginas deste livro, o leitor será convidado a encontrar a resposta.


***O livro encontra-se totalmente disponível no site: http://www.escandalodomensalao.com.br/. São 21 capítulos com Download disponibilizados para impressão.


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sábado, 14 de julho de 2012

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Enquanto isso...


Eu também acredito em Papai Noel!

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terça-feira, 10 de julho de 2012

A arte


"Minha alma tem o peso da luz. 
Tem o peso da música. 
Tem o peso da palavra nunca dita, prestes quem sabe a ser dita.
Tem o peso de uma lembrança.
Tem o peso de uma saudade. 
Tem o peso de um olhar. 
Pesa como pesa uma ausência.
E a lágrima que não se chorou. 
Tem o imaterial peso da solidão no meio de outros."

Clarice Lispector

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segunda-feira, 9 de julho de 2012

Força de Vontade


A Força da Vontade Tudo vence uma vontade obstinada, todos os obstáculos abate o homem que integrou na sua vida o fim a atingir e que está disposto a todos os sacrifícios para cumprir a missão que a si próprio se impôs. Atento ao mundo exterior, para que não falte nenhuma oportunidade de pôr em prática o pensamento que o anima, não deixa que ele o distraia da tensão interna que lhe há-de dar a vitória; tem os dotes do político e os dotes do artista, quer modelar o mundo segundo o esquema que ideou.

Não se trata, claro, de um triunfo pessoal; em história da cultura não há triunfos pessoais; ou a vontade é pura e generosa, nitidamente orientada ao bem geral, ou mais cedo, mais tarde, se há-de quebrar contra vontades de progresso mais fortes que ela. Que o querer tenha sua origem e seu apoio em coração aberto à nobreza, à beleza e à justiça; de outro modo é apenas gume fino e duro de faca; por isso mesmo frágil, na sua aparente penetração e resistência. Vontade inteligente, e não manhosa, altruísta, e não virada ao sujeito, pedagógica, e não sedenta de domínio; a esta pertencem os séculos por vir: é a voz a que surgem; a outra estabelece os muros que ainda tentam defender o passado.



Livro de Agostinho da Silva, in 'Considerações'


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sexta-feira, 6 de julho de 2012

O pão nosso de cada dia


A impunidade está no centro do debate político brasileiro desde o descobrimento do Brasil em 1500 até os dias atuais, basta ler jornais e assistir TV diariamente.

Um olhar retrospectivo para a história do Brasil, tendo como referência a aplicação da pena de morte para delitos comuns (em contraposição a delitos políticos, militares e religiosos), a partir de documentos legais e do relato de historiadores, cronistas e viajantes, mostra que a impunidade sempre esteve na ordem do dia. A despeito da violência repressiva, marcante em diversos momentos, a ausência de efetividade do direito penal tal como escrito, seja pela prática do perdão, seja pela falta de vontade política, seja pela dificuldade de meios, é uma constante nos períodos colonial e imperial até os dias de hoje.

O Brasil com certeza não é o maior produtor de desmandos do planeta, mas certamente encontra-se entre os primeiros lugares no ranking da impunidade e violações dos direitos humanos no mundo.

Há corruptos em outros Países? Sim, há muitos, isto é um mal mundial. Mas nas nações democráticas e mais desenvolvidas, aqueles que são pilhados com a “mão na botija” são presos imediatamente, alguns dão um tiro no queixo por vergonha do flagrante, pulam pela janela, enfiam a cabeça na privada, dando cabo à própria vida. De um jeito ou de outro a justiça será feita quando a vergonha prevalece em um povo. Já aqui no Brasil não! Não adiante inventar conversas e histórias ultrapassadas de colonização, isso e aquilo que em nada justifica nossa incapacidade como nação em combater minimamente o maior problema brasileiro, que é a corrupção.

Na justiça brasileira os recursos e mais recursos fazem o processo criminal prescrever. O sujeito mata, rouba, estupra, é preso e solto pouco tempo depois por “bom comportamento” e já não é mais perigo à sociedade. Daí tem também a primariedade e uma outra série de artifícios jurídicos que quando bem utilizados deixam o malandro fora da jaula onde estava passando “férias” para logo a seguir voltar novamente aos delitos como de costume. Claro, se tiver boas condições financeiras ou se pertencer ao alto escalão político nada disto irá acontecer, pois justiça no Brasil foi feita para pobre cumprir como todos sabemos.

Como exemplo escrachado da impunidade brasileira tiramos como fato os desvios dos recursos públicos na maioria dos pequenos municípios do Brasil, onde o dinheiro público  é  aplicado em carros importados de alto luxo, em marcas de luxo pessoal mundialmente famosas, mansões de luxo soberbo em cidades que cidadãos comuns ainda morrem pela Doença de Chagas por morarem em casas de barro, aquisições de imóveis em uma das capitais com um dos mais elevados padrões de vida do país, fora outras peripécias que o dinheiro público é capaz de oferecer. Aliás, o dinheiro público brasileiro é uma vertente inesgotável de improbidades, onde os despautérios não tem fim.

O que será isto? Improbidades administrativas e desvio descarado do dinheiro público? O milagre da multiplicação? Será tanta bênção Divina por eles serem tão bons e de coração tão benevolente?

Alguns vivem como verdadeiros Aristocratas cercados do bom que a vida material tem à oferecer. Enquanto os cidadãos comuns que são a base da pirâmide social, vivem de forma tão simples e pagam suas contas honestamente, trabalham de sol à sol para viverem do básico da cadeia alimentar.

A impunidade gera cancros em uma sociedade, a nossa medíocre justiça é capaz de prender uma mãe que rouba 1 litro de leite de um supermercado para alimentar um filho faminto, mas deixa nas ruas pessoas que destroem vidas com sucateamento dos cofres públicos. Vários processos de crimes de desvios de dinheiro dos cofres públicos e tráfico de influência que acabaram em “Samba” e “Bundalelê”, o ano de 2012 já ficou marcado como um ano de denúncias às administrações públicas, taxado mais uma vez pela injustiça dos órgãos brasileiros.

“A impunidade gera a audácia dos maus”, como mencionou Carlos Lacerda.

Mas se o povo permite que esta impunidade persista, que assim seja, obedecemos a soberania do desejo popular, viva ao povo que faz de conta que nada acontece e dizem ainda que se fossem eles faziam o mesmo que os seus “Comandante”, roubavam também...

Como dizem os italianos a cerca do governo do ex-primeiro Ministro italiano Silvio Berlusconi, cabe bem aqui no Brasil e nas suas províncias:

" - Ogni popolo merita il governo che ha ", mais ou menos traduzindo para o noss idioma Felipês de Felipelândia é : " - Cada povo merece o governo que tem". Pura e real verdade.

Possuímos uma verdade ao longo de toda nossa história como país recheada de vergonha, improbidade, desrespeito e inércia popular perante tantos desmandos com o dinheiro público.

Ficamos todos com Amor e Paz em Pedra das Abelhas e a todos seus Filhos sejam eles onde estiverem.

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O Verdadeiro Poder

Em qualquer lugar neste planeta, o povo de uma nação seja ela qual for, não necessita dos políticos para existir e viver. Já os políticos necessitam do povo para sobreviverem e existirem.

Agora deixo-vos alguns questionamentos:

- Porque o povo ainda não percebeu isto? Que incapacidade de percepção é esta do povo brasileiro? Que leva um povo a um comportamento tão submisso e humilhante perante os políticos?

A ignorância da massa popular em fusão com a hipocrisia da classe política alimenta este ciclo vicioso e patogênico instalado no Brasil.

O Verdadeiro Poder emana do povo e em seu nome será exercido.

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Enquanto isso no Brasil...


"Ficha Suja"? 
Por quê isto importa? 
Se no final Eles acabam sempre rindo da nossa cara...
Acorda povão!

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segunda-feira, 2 de julho de 2012

A ideologia de um povo


Os princípios cívicos e ideais de um povo refletem à sociedade que será construída.

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Chegou a hora de trocar as fraldas!


As palavras mencionadas acima pelo Escritor Romancista Português Eça de Queiroz nos dizem muitas coisas que já não são mais necessário dizer em virtude dos fatos serem tão evidentes.

O errar faz parte da condição humana, isto é um fato inevitável, tal ato condiciona um novo aprendizado na vida de todos nós quando usamos os nossos erros como lições de vida. Já a insistência incansável nos mesmos erros não podemos dizer que sejam mais uma condição humano, pelo menos para uma pessoa em plena sanidade mental isto não faz mais sentido algum. Tal atitude persistente com conhecimento de causa e efeito merecem outros adjetivos nada louváveis.

Agora vos pergunto: " Será que um dia em Felipelândia haverá condições de um raciocínio social lógico em perceberem que existem erros sucessivos e descabidos ao longo de décadas?" Ainda não perceberam que as fraldas continuam as mesmas, pois o conteúdo delas (Os Políticos) nunca fora mudado ao longo de sofridos anos!?

Através de uma lógica científica em termos físico e matemático trocar seis por meia dúzia significa não alterar absolutamente nada no contexto. A ordem dos fatores jamais alterará o produto.

É possível sim uma mudança, troquem as fraldas desta sociedade, pois a fedentina estar impregnado em todos os cantos deste Rincão Inóspito Imperialista! Acreditem em vós e  deem menos atenção a quem vos fazem promessas utópicas em plena era da tecnologia e informação.

Ficamos todos com Amor e Paz em Pedra das Abelhas e a todos seus Filhos sejam eles onde estiverem.


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domingo, 1 de julho de 2012

Idiotice Mundial

Quando a vontade de aparecer é maior que tudo na vida? A resposta é lógica, tudo terminará em futilidades!

A intolerância e a imbecilidade de alguns adeptos de futebol cada vez mais tangenciam o patético.

Existem pessoas que perdem completamente a noção do ridículo e faz de sua vida motivo de chacota global.

Cada dia mais o fanatismo sem sentido e acéfalo caminham junto com o mundo do futebol, indiferente da equipe de futebol o qual seja apreciador (O brasileiro que o diga! Vejam a foto acima).

O racismo na Euro Copa 2012 é incabível em um mundo cada vez mais interativo culturalmente, onde não há mais fronteiras entres os povos. São os ditos civilizados Europeus que praticam e gritam cânticos à insultar outro ser humano o comparando a um animal. 

A imbecilidade realmente é uma patologia pandêmica, uma doença global sem pátria mãe.

Não esquecendo da foto! Pois é, linda Mulher, bendito resta ser vosso lindo corpo, pois se dependesse de um cérebro para viver já terias morrido. 

O pior disto tudo é que não existe remédio para a idiotice...

Chega!

É bom parar por aqui...Se não termino fazendo asneiras também!

Fiquem todos bem e uma ótima semana de amor e paz.

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A infância


O que há de melhor na vida.

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sábado, 30 de junho de 2012

Um reconhecimento e um apelo


" Como eu disse por ocasião de sua trágica morte, Sergio dedicou sua vida profissional aos valores enunciados na Carta das Nações Unidas. Ele nunca hesitou diante de missões difíceis, mesmo que perigosas. As vítimas de conflitos e de desastres ambientais do mundo inteiro se dirigiam a ele sabendo que as entenderia e obteria bons resultados, apesar de enormes obstáculos. Essa eficiência estava sempre associada a uma grande simpatia e muita sensibilidade.

Não podemos aceitar que sua inteligência, sua energia, sua dedicação a seus funcionários e sua lealdade aos ideais das Nações Unidas nos sejam arrancadas com tanta brutalidade.

É por esta razão que os felicito calorosamente pela criação desta Fundação que manterá viva para todos nós a memória e a visão do Sergio. "

Kofi Annan, ex-Secretário Geral das Nações Unidas

Sergio Vieira de Mello Foundation
Geneva, Switzerland 
www.sergiovdmfoundation.org

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Esquecido no Brasil mas lembrado pelo mundo

Sérgio Vieira de Mello (Rio de Janeiro, 15 de março de 1948 — Bagdá, 19 de agosto de 2003) Embaixador Brasileiro, Comissário de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU) por 34 anos e Alto Comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos desde 2002. Atuou em missões humanitárias no Líbano, Moçambique, Kosovo, Ruanda, Bangladesh, Sudão, Timor Leste, entre outras. Como funcionário da ONU morreu em Bagdá, juntamente com outras 21 pessoas, vítima de atentado atribuído (não comprovado) à Al Qaeda contra a sede local da ONU.

Sérgio era conhecido pelo seu carisma e obstinação. Mas a aversão a ostentação de bens materiais também fez parte da sua história. Ele fazia questão de mostrar-se igual aos mais humildes. Seu brilhantismo, sua ampla cultura, simpatia e desapego aos holofotes e bens materiais eram suas principais características, que somadas ao seu tipo pessoal atlético, tornaram-no um ícone entre as principais celebridades mundiais. Por duas vezes foi eleito o homem mais desejado e charmoso do mundo pelas revistas VOGUE e Vanity Affairs, mas não compareceu para receber os títulos. Em entrevista ao New York Times, humilde como sempre, comentou que as revistas haviam se enganado e disse que se ele tinha algo a receber, que fosse revertido para donativos aos refugiados do Iraque.

Sobre o livro de Samantha Power  “O Homem que queria Salvar Mundo”:

" Sérgio Vieira de Mello foi um dos mais corajosos e carismáticos diplomatas da sua geração. Muito jovem, entrou nas Nações Unidas, com cujos ideais sempre se identificou. Ao contrário da maioria dos seus colegas preferia estar em campo em vez de exercer cargos burocráticos em Nova Iorque. Em situações especialmente dramáticas – como a do Ruanda, que originou uma das mais graves crises humanitárias do século XX, e a de Timor-Lorosae, que culminou na transição para a independência –, Vieira de Mello conseguiu contrabalançar os seus princípios morais, moldados nas ruas de Paris em Maio de 1968, com os da política e das relações internacionais.

Esta fascinante personagem, já comparado a Bob Kennedy, é analisada a fundo nesta biografia de escrita por Samantha Power. Sem abandonar o espírito crítico, Power descreve a carreira de Vieira de Mello mostrando como a experiência do diplomata nos massacres da Bósnia e do Ruanda alteraram a sua visão do mundo. Ele, que achava possível transformar situações difíceis só pelo poder das ideias, passou a considerar também essencial, no limite, o uso de força militar para impor a paz. Foi assim que Vieira de Mello assumiu a difícil posição de chefe da missão da ONU no Iraque após a invasão americana.

Vieira de Mello não teve muito tempo para reverter a situação. Em 19 de Agosto de 2003, um atentado suicida destruiu parte do quartel-general da ONU em Bagdad, e ele foi uma das suas vítimas mortais. A sua história, no entanto, permanece como ponto fundamental no debate sobre o futuro da ONU e das relações internacionais. "

Fonte: http://www.washingtonpost.com/wpdyn/content/article/

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Ácidas Palavras

As palavras cáusticas são mais que piadas ou um inocente jogo de palavras, o sarcasmo pode ser compreendido como um recurso para substituir a agressão física.

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quinta-feira, 28 de junho de 2012

As Consequências da Modernidade


O nosso "Maravilhoso" mundo moderno.

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segunda-feira, 25 de junho de 2012

Eleições Brasil 2012


Em "defesa" da Democracia Brasileira

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Enquanto isso...


E assim alimentam a cultura nacional...

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domingo, 24 de junho de 2012

Acreditar ou Pensar eis a Questão!


Ateu, o escritor José Saramago traçou em suas obras visão crítica da religiosidade e da Bíblia. Após a pergunta de um repórter :

"- Como podem homens sem Deus (José Saramago) serem bons?"

Mencionou José Saramago:

" - Como podem homens com Deus serem tão maus? Sou ateu, mas não sou tolo! A sociedade onde cresci e onde vivemos não se concebe sem Deus. Na arte, na linguagem, na cultura popular e erudita a religião cristã está presente. Eu não creio em Deus. Mas se uma pessoa que está ao pé de mim acredita em Deus, então Deus existe para mim através da realidade que é essa pessoa."

A resposta de José Saramago a fé é enebriante, ao afirmar questionando porque homens que dizem acreditarem em Deus serem tão maus, pessoas que expressam uma fé baseada na cegueira religiosa, com pré-julgamentos descabidos e no que de mais sórdido existe no homem, tudo em nome dum mercantilismo de um “deus” obcecado por fins materiais.

Será que Deus com toda sua onipresença e onisciência exige que os homens para que acreditem Nele paguem impostos? Será que as obras do Divino são expressas em amor ou em dinheiro? 

A materialização de Deus na terra foi vista em Jesus Cristo, sendo Este dedicado as obras e toda uma benevolência integral sem exigir nada de ninguém, cobria-se em mantas simples, comia aquilo que cabia a sua mão, demonstrava seu Amor e Afeto ao próximo sem exigir remunerações ou bens materiais, era tudo feito em nome do Amor Gratuito.

A demagogia humana e sordidez em busca do material supera o infinito, templos faraônicos são construídos em nomes de um "deus", matam-se em nome de um "deus", mas na realidade Ele não necessita disto para existir ou estar próximo daqueles que O amam e praticam a verdade em Seu nome.

Desde os primórdios as religiões criadoras de "cegos religiosos" só atrasam os povos e distorcem tudo aquilo que prega o Divino, a insensatez do homem em nome de um "God´s Money" desacredita aqueles que realmente podem contribuir na prática e obra do Criador e Verdadeiro Deus.

José Saramago era ateu convicto foi julgado e crucificado socialmente por infinitas vezes não só no seu país, mas até mesmo por alguns que estão a ler este texto, tão somente porque o Deus que ele morreu negando sempre acreditar foi o "God´s Money", este "deus" que prega o benefício de alguns "Senhores" que usam da fácil fé alheia e da ignorância daqueles que preferem acreditar do que pensar da realidade que os cercam. Todos que pensam e usam  do raciocínio uma forma de superar as aberrações sociais sempre pagaram um preço altíssimo por defenderem suas convicções.

Como podemos acreditar num "Pai" tão vingador e severo? Acreditar em um irmão que pratica o mal e diz fazer em nome de um "deus"? Acreditar em hipócritas e demagogos que usam da ignorância alheia para o enriquecimento ilícito? Nada é tão evidente na vida quando  os nossos atos não condiz com nossa fé, os argumentos tornam-se voláteis e as explicações  totalmente desnecessárias. Ou seja , a fé, se não tiver obras, está morta em si mesma (Tiago 2;17).

A espécie de fé que não vem acompanhada de atos, em harmonia com a sua profissão, não somente não faz nada para quem a tem, mas tampouco exerce influência sobre os homens, e nenhuma sobre Deus, assim como tampouco um morto pode influenciar os vivos (Eclesiastes 9:5, 6.). “Por si só” está morta. Quer dizer, segundo a evidência que apresenta, tal “fé” não fornece nenhuma prova de ter qualquer vida, apesar das afirmações positivas de quem a possui.

Num contexto mais prático e sólido a forma mais lógica de se resolver um problema é entregar a alguém capaz de resolvê-lo, assim se faz os mercadores da fé. Há um marketing secular que vende a imagem de um "deus" que resolverá os problemas em todos os campos seja ele qual for, onde vendem-se e compram-se almas materialistas.

Existe um poder cognoscível real e evidente da presença de Deus no nosso universo, algo tão divino aos olhos dos homens que nem o dinheiro é capaz de comprar, tão poderoso O é que nem o dinheiro é capaz de corrompê-lo!! A presença Dele é visível na beleza dos atos do Amor Gratuito, nas paisagens naturais que apreciamos, na inocência e pureza das crianças, na inigualável beleza feminina, na ação do amor ao próximo, nos atos movidos pela benevolência humana, na doação proba de amor em nome do bem da coletividade (Aqui é a pura Política!). São imensuráveis os atos praticados em nome de Um Deus Bom, mas a associação de Deus com atos extremos de fé cega e seus pré-julgamentos juntamente com a luta desenfreada por dinheiro em nada faz jus ao amor de um Deus Verdadeiro. O que existe  de maior e abominável no ser humano é feito em nome do poder do dinheiro.

Desculpar-me-ei à todos os homens de fé, mas não acredito em nenhum "deus" que vos vende seu amor, se realmente vós são homens de Deus vão fazer isto por mim, certo?

Realmente eis a questão as pessoas de pouca "fé" como eu: "Acreditar ou Pensar eis a questão!"

Prefiro pensar dantes acreditar!

Ficamos todos com Amor e Paz em Pedra das Abelhas e a todos seus Filhos sejam eles onde estiverem.
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Tranquilo

Viva um dia de cada vez
O ontem já passou
O agora é o único destino
O amanhã...?
Sei lá, ainda não chegou! 
Tranquilidade.

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sábado, 23 de junho de 2012

O MMA da Política Brasileira


As imagens acima são símbolos poderosos da cena política brasileira. Elas escracham o que significam hoje as negociações para a construção de alianças eleitorais: um verdadeiro mercado de compra e venda.

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sexta-feira, 22 de junho de 2012

O Poder



“Quase todos os homens são capazes de suportar adversidades, mas se quiser por à prova o caráter de um homem, dê-lhe poder.” 
Abraham Lincoln

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Procurado? O PT o abrigou com todo carinho


O Senhor Dep. Federal (SP) Paulo Maluf é procurado pelo Polícia Internacional (INTERPOL) em razão de um mandado expedido pela promotoria de Nova Iorque, que o acusa de movimentar ilicitamente milhões de dólares no sistema financeiro internacional sem justificativa fundamentada, claro que constatou-se que tratava-se de dinheiro dos cofres públicos brasileiro. Mas, este marginal no momento encontra-se livre, leve e solto abrigado pela alta cúpula do PT nacional com o aval do seu Senhor Maior, o ex-presidente Lula da Silva.

O PT através da sua obsessão desenfreada e esdrúxula não medem esforços, e perderam toda a vergonha na cara para ampliar e manter-se o maior tempo possível no poder político brasileiro.

Já tivemos o Mensalão do PT como o maior esquema de corrupção já montado na história Brasil e agora estar previsto o Malufão, toda esta falta de probidade e desrespeito com o povo, junto a essa descabida aliança, mostram (pelo menos aqueles que conseguem enxergar!) que o PT põe-se acima do bem e do mal na política brasileira.

Estes tipos de alianças políticas entre outras são as maiores provas do imensurável desrespeito e descompromisso existente entre a classe política brasileira com o povo.

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segunda-feira, 18 de junho de 2012

Sarney merecia ser padrinho do casamento celebrado na visita de Lula à casa de Maluf


Em setembro de 1987, num discurso em Aracaju, o deputado federal Luiz Inácio Lula da Silva, fundador e dono do PT, juntou no mesmo balaio da gatunagem o então presidente José Sarney e os ex-governadores paulistas Adhemar de Barros e Paulo Maluf. Trecho:

“E a Nova República é pior do que a velha, porque antigamente na Velha República era o militar que vinha na televisão e falava, e hoje o militar não precisa mais falar porque o Sarney fala pelos militares ou os militares falam pelo Sarney. Nós sabemos que antigamente ─ os mais jovens não conhecem ─, mas antigamente se dizia que o Ademar de Barros era ladrão, que o Maluf era ladrão; pois bem: Ademar de Barros e Maluf poderiam ser ladrão, mas eles são trombadinhas perto do grande ladrão que é o governante da nova República, perto dos assaltos que se faz”.

Nesta segunda-feira, Lula levou Fernando Haddad à mansão de Maluf para a pajelança que celebrou a troca de alianças entre o PT e o PP controlado pelo homem que considerava um ícone da ladroagem. “Não há contradição”, gaguejou Haddad. “A cidade de São Paulo deve ficar acima de possíveis divergências ideológicas entre as duas siglas”.

Feliz com os salamaleques dos visitantes, o anfitrião fez de conta que também achou muito natural a barganha que juntou o “homem novo” (segundo o Lula de 2012) e o velho inimigo que o Lula de 1987 chamava de ladrão. “Não adianta olhar pelo retrovisor”, ensinou Maluf. “Temos que olhar para o para-brisa”. Previsivelmente, Lula não quis fazer declarações. Ordem médica, alegou. Conversa fiada. Ele não tem o que dizer. Falaram por ele os sorrisos e o aperto de mãos que trocou com o dono da casa que visitou pela primeira vez.

De 1987 para cá, Maluf incorporou ao prontuário façanhas tão extraordinárias que acabou entrando no ranking dos mais procurados pela Interpol. Como o encontro revogou oficialmente a discurseira do passado, o ex-presidente perdeu uma boa chance de redimir-se por inteiro dos pecados de Aracaju. José Sarney merecia ser padrinho do casamento obsceno. Ao lado de Maluf, hoje é ele quem parece trombadinha.


Fonte: www.veja.abril.com.br

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Enquanto isso...


E assim se faz justiça por aqui!

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A essência da Verdade é a Liberdade


Nos momentos de crise, todos nos agarramos ao que parece dar segurança. Quanto mais difíceis são as conjunturas, mais a vertigem do erro se apodera da nossa capacidade de decisão. A responsabilidade de vivermos sempre no tempo, que pela sua essência jamais torna atrás, vai-nos preparando, melhor ou pior, para gerir os instantes mais exigentes. Muitas vezes fingimos e fugimos, acreditando em naturezas cíclicas e em prazos longos...o que está claramente fora da verdade.

Em circunstâncias difíceis, a qualidade das nossas referências é posta à prova. É tempo de experimentar o que prometeu aguentar-nos. Mas descobre-se que quase tudo é embuste, que pouco há de verdadeiramente seguro. E é neste quase vazio que se revela a verdade: estamos sós e dependemos apenas de nós. Alguns entendem que se trata de um dom, outros de uma condenação. Uns sorriem, outros choram.

A liberdade é mais do que o poder de escolha, é agarrar a vida como matéria-prima e fazer com ela uma obra pessoal, algo que, mais que meu, sou eu. Eis o verdadeiro dom (talvez divino): ser livre. Poder dar sentido à vida, dando-lhe um ponto de partida, um rumo, um sustento e um verdadeiro fim.

A verdade só pode surgir num contexto de liberdade. Para que as coisas e as pessoas se revelem, é preciso deixá-las ser. Só quando se dá liberdade se pode esperar verdade. Afinal, a essência da verdade é a liberdade.

Ficamos todos com Amor e Paz em Pedra das Abelhas e a todos seus Filhos sejam eles onde estiverem.

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domingo, 17 de junho de 2012

Idolatria ao fútil

Quantas vezes ouvimos uma homenagem para o Carlos Chagas ou Machado de Assis no horário nobre da TV brasileira? Releia a pergunta e substitua “Carlos Chagas ou Machado de Assis” por Pelé e mentalize a resposta, e qual realmente seria o significado e os benefícios que isto traria ao povo brasileiro! 

No nosso Brasil, quanto mais você faz pela sociedade, menos reconhecimento você tem dela. Em contrapartida, quanto menos você faz, maior notoriedade tem o seu trabalho. Assim temos cientistas, pesquisadores, juristas, médicos, engenheiros, bombeiros, policiais, professores, entre outros heróis do dia adia que dedicam a sua vida em prol de todos e tem reconhecimento zero pela sociedade. Muitos deles sequer recebem um salário justo como por exemplo os professores e os grandes cientistas brasileiros que mais contribuem no avanço de uma nação. Já o "Deus" da nação futebolística o Neymar, e o "Beethoven" do LPB (Lixo Popular Brasileiro) tupiniquim o Michel Teló, ganham cifras incalculáveis, criaturas estas que não contribuem em absolutamente nada no avanço de uma nação.

Já quem não faz absolutamente nada pela sociedade, como atletas, principalmente jogadores de futebol (Ops…Viva ao DeusMar!), “artistas” fúteis, atores que possuem apenas um corpo efêmero, músicos que pulverizam o mundo com um lixo sonoro insuportável (Ai se eu te pego…), mulheres de bundas grandes e perfeitas azêmolas (Objetos frutas), entre outros que exercem uma abjeta “profissão” que não presta qualquer serviço para o bem comum de um povo, somente beneficiando as suas próprias vidas, além de receber salários altíssimos para tanta insignificância e imbecilidade, são ovacionados pelo público como “Deus” de outro planeta. A idolatria é tão absurda pelo povo e a proporcionalidade dada pela imprensa brasileira é tão massiva que estas pessoas se acham imortais e estão sempre acima do bem e do mal.

Esse hábito não é exclusivamente brasileiro vale salientar, boa parte dos países ocidentais, em especial aqueles que importam a cultura norte-americana, se comportam dessa maneira. Esse culto acéfalo as celebridades e o total descaso com quem realmente faz pela sociedade, gera um repúdio da maior parte das pessoas ainda cultas seja aqui ou em qualquer parte do mundo.

Como as pessoas com considerável grau de sabedoria ainda são minorias no nosso país, tal comportamento da massa idólatra se espalha feito um vírus pandêmico, tornando-se ainda mais letal devido ao apoio das mídias que deixa a situação incontrolável, tais idolatrias deixam no esquecimento quem realmente faz pelo bem social e contribui para o avanço de um povo.

Cabe a todos que possuem pelo menos meia dúzia de neurônios nesta sociedade e principalmente que tem consciência desse tumor social, em espalhar uma ideologia com sanidade e respeito a quem merece e derrubar esse fanatismo e admiração aos falsos feitores originada da ignorância da maioria que compõem a sociedade.

O LPB faz parte de uma produção industrial constante que aumenta em condições geométricas, um cancro que comprime as condições normais da evolução social, sociedade esta que necessita crescer não só no fator econômico e material, mas sim no que é mais importante  no avanço de um povo que são os critérios cívicos e culturais.

Ficamos todos com Amor e Paz em Pedra das Abelhas e a todos seus Filhos sejam eles onde estiverem.

Fonte: O texto foi elaborado com idéias deste editor e a fusão de partes encontradas no site http://ahduvido.com.br/

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